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18 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 18

A informática é hoje uma ferramenta fundamental para qualquer empresa, mas tanta ...''???
Não admira que o dinheiro não chegue!




17 setembro 2017

SETEMBRO ELEITOTAL 17

Só ruído, não sai música por mais que tentem. Os planos rigorosos e o resultado ao contrário, em lugar de diminuir a dita aumentou.


Autarquia de VRSA apresenta uma centena de medidas para conter despesa

18/10/2011



A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António apresentou hoje um plano de contenção financeira, através do qual espera uma redução média nas suas despesas correntes na ordem dos 20 por cento e um incremento nas receitas em cerca de 500 mil euros.

Para atingir estes objectivos, a autarquia elaborou um documento estratégico, composto por uma centena de medidas, transversais a todas as divisões, núcleos e áreas de gestão, numa lógica de repartição de esforços.

Com este plano, a Câmara espera vir a poupar, em termos absolutos, aproximadamente dois milhões de euros. A redução terá não só impacto nos dados financeiros do último trimestre de 2011, mas também se reflectirá no orçamento camarário de 2012.

Através deste esforço, a edilidade pretende estar melhor preparada para os cortes orçamentais a que as autarquias ficarão sujeitas por via da redução das verbas provenientes da Administração Central. Por outro lado, o plano antecipa as medidas de austeridade contidas no Orçamento de Estado para 2012.

A estratégia procurará ainda minorar a quebra de receitas nos impostos municipais – especialmente o Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e as licenças de construção –, que, em conjunto e desde 2008, diminuíram cerca de 20 milhões de euros.

De acordo com o presidente da autarquia vilarrealense Luís Gomes, «as medidas assentam numa base de equidade, visto que irão abranger todas as estruturas de decisão. Por outro lado, são a concretização efectiva do Plano de Responsabilidade Geracional aprovado em Assembleia Municipal, no passado mês de Maio».

«Queremos dar um claro sinal de responsabilidade e mostrar que estamos empenhados em regularizar a situação financeira do município, libertando a pressão sobre a tesouraria. Acreditamos que este esforço é rigoroso e nos deixa melhor preparados para enfrentar os desafios do futuro», continuou o autarca.

«Apesar das metas orçamentais, e atendendo ao agravamento das dificuldades das famílias, iremos manter, na maior parte dos casos, as nossas valências sociais, tendo por base uma gestão rigorosa», concluiu.

De forma a garantir o sucesso do plano, está a ser executado um programa de acompanhamento quinzenal, monitorizando a efectiva aplicação das medidas e o cálculo dos volumes de poupança.

O conjunto de acções responde ainda à estratégia definida em sede da Comunidade Intermunicipal do Algarve (Amal), onde as autarquias se comprometeram a apresentar planos de redução da sua despesa e a trocar experiências.

ALGUMAS DAS MEDIDAS

NA ÁREA DA DESPESA:

- Horas extraordinárias

Entre a centena de propostas, está a redução do número de horas extraordinárias dos funcionários. Em contrapartida, será promovida a mobilidade interna e maximizada a colaboração dos recursos humanos internos em todas as áreas orgânicas.

- Eventos

Tendo em consideração a importância das políticas de animação para a captação dos fluxos turísticos, o município procurará as parcerias mais vantajosas possíveis e fará uma selecção mais restritiva do tipo e quantidade de eventos organizados.

- Transportes, mobilidade e combustíveis

O pacote de contenção será sobretudo sentido ao nível das políticas de transporte e mobilidade. A redução no consumo de combustíveis e a limitação das deslocações será uma das principais mudanças. Em marcha está já o controlo online dos gastos com combustíveis, a responsabilização financeira dos utilizadores pelo mau uso das viaturas, bem como a utilização condicionada de auto-estrada. Serão também definidos percursos pré-estabelecidos, optimizando consumos. Está igualmente em revisão toda a carteira de seguros do município e a optimização do uso dos transportes escolares.

- Redução dos consumos de impressão e de stand by

Neste âmbito, as medidas passarão pela eliminação dos consumos latentes (stand by) de todos os equipamentos informáticos, bem como a restrição das impressões e cópias a cor. Todas as reproduções e impressões deverão passar a ser feitas utilizando a frente e verso das páginas, ao passo que a globalidade dos equipamentos será calibrada para o modo mais económico. As mesmas restrições serão aplicadas às escolas do primeiro ciclo, passando cada professor a dispor de um plafond mensal de 300 cópias. Serão reduzidos os custos com a publicação de edições e materiais gráficos.

- Consumos eléctricos

De forma a minorar o aumento do IVA de 6 para 23 por cento na factura da electricidade, está em estudo a criação de medidas para a diminuição do consumo da iluminação pública, o que pode passar pelo desligamento das luminárias supérfluas e pela restrição da iluminação em determinados períodos. Será mantido o encerramento das piscinas nas férias escolares e a utilização dos painéis solares dos equipamentos desportivos será potenciada ao máximo, aliviando a factura do gás.

- Maior critério nos apoios sociais

Ao nível dos apoios, a autarquia está a implementar o novo regulamento da Divisão de Acção Social, de modo a que atribuição de subsídios seja a mais criteriosa possível, evitando a fraude e a sobreposição de auxílios.

As principais mudanças dirão respeito ao apoio ao arrendamento, onde já foram revistos os tectos máximos de ajuda. Passará a haver um controlo mais apertado dos sinais exteriores de riqueza dos beneficiários, combatendo-se eventuais situações de fraude.

Apesar disso, serão mantidos os apoios dos cartões VRSA Social e VRSA Família, que, entre outras vantagens, continuarão a assegurar a comparticipação de medicamentos e permitirão a conclusão dos tratamentos dentários dos utentes já inscritos no programa «VRSA a Sorrir».

- Revisão do apoio aos clubes desportivos

Quanto aos espaços desportivos do concelho, será criada uma nova tabela de utilização e estabelecida uma verba a cobrar aos promotores de eventos que tenham lugar nestes equipamentos. Será revista toda a política de apoio aos clubes desportivos, privilegiando-se as camadas jovens e o desporto amador.

NA ÁREA DA RECEITA:

Paralelamente, a Câmara Municipal irá maximizar a obtenção de receitas próprias, tendo em execução as seguintes medidas:

.Promoção da ocupação do Parque de Campismo de Monte Gordo, durante a época baixa, com a pernoita de autocaravanas;

.Ampliação da cobrança de taxas com publicidade exterior, esplanadas e demais situações de ocupação do espaço público;

.Revisão das taxas associadas aos direitos de passagem;

.Cobrança de bilhetes na maioria dos espectáculos e exposições organizados pelo município;

.Promoção do equilíbrio entre o custo real da organização de eventos, receitas geradas e taxas associadas (caso da Feira da Praia);

.Arrendamento dos espaços autárquicos para a organização de eventos

15 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 16


Aqui não estão capitalizados todas as despesas com a clínica. São alguns exemplos do seu custo. Não podemos deixar de considerar se estas verbas não seriam mais úteis e melhor aplicadas no apoio ao Serviço nacional de saúde?



14 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 15


12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL



LEIAM E COMPAREM O QUE SE DISSE COM O QUE SE FEZ


As autarquias necessitam de serviços jurídicos próprios, não só para acompanhamento da legislação que vai saindo mas fundamentalmente para tratar de assuntos com tribunais e outras entidades.
Uma câmara municipal tem de ser transparente na sua actividade e contas, honesta, adversária de compadrio e corrupção. Se o seu comportamento se pautar pelo escrupuloso respeito da lei e das regras democráticas nada terá a temer e o seu serviço jurídico será suficiente.
Estranho é constatar grandes despesas com escritórios de advogados famosos para defesa da autarquia.
Que fez a autarquia para necessitar de tais serviços? Se "errou" e o "erro" foi grave então para se safar vai contractar gente influente paga por todos nós, não esquecer que o orçamento camarário deriva dos impostos.

Juntamos alguns exemplos no mínimo "estranhos"



13 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 14

                                                                          
                                                                                                                                                                       Há anos que anualmente a AMA faz considerações e comentários ao orçamento e contas municipais.
Nada do que hoje se conhece do descalabro financeiro e económico é para a AMA uma surpresa, assim como a gestão ad hoc e ao acaso das circunstâncias com as consequências negativas visíveis.
O silêncio sobre as críticas e denúncias feitas foi total. Nem o JA ou a rádio mostrou qualquer interesse em falar com a AMA para conhecer o fundamento de tais posições e informar os cidadãos do concelho. A imprensa não cumpriu o seu papel, por que será?
Por ocupar muito espaço caso fossem colocadas todas as análises da AMA às contas municipais só anexamos alguns comentários.


“ A Dança dos Números na SGU VRSA“

Recentemente foram apresentados os resultados de 2013 da empresa que tem como missão “ melhorar os índices de qualidade de vida da população do concelho, atuando com eficácia e eficiência na gestão dos recursos públicos”. A estas lindas palavras missionárias sobrepõe-se uma ação de delapidação dos recursos públicos que tentaremos explicar nos próximos parágrafos com base nos números apresentados.

1. Em 31 de Dezembro de 2013, o valor dos empréstimos é de cerca de quarenta milhões de euros. Este valor obrigou ao pagamento de juros, em 2013, de um milhão e seiscentos mil euros. O BCP, por segurança, obrigou a uma hipoteca sobre os terrenos do parque de campismo com o valor de 24,4 milhões de euros em 2011 e a uma nova hipoteca, em 2013, sobre a “Casa da Câmara” de 2,8 milhões de euros. Assim sendo, já sabemos quem serão os donos no caso de não ser possível pagar a dívida.

2. Os juros suportados em 2013, foram de um 1,6 milhões de euros. Valor que “come” 20,6% das vendas e serviços prestados. Este valor tende a aumentar durante 2014, tendo em conta que os fluxos de caixa operacionais continuam a ser negativos, 2,6 milhões de euros. A empresa continua com consideráveis necessidades de financiamento. Em 2014, as responsabilidades de reembolso de empréstimos será de 6,6 milhões de euros.

3. Os gastos com pessoal aumentaram 27% para 2,3 milhões de euros e já atingem 29% do valor das vendas e serviços prestados. Ao mesmo tempo, os custos com fornecimentos e serviços externos subiram 20% para 2,7 milhões de euros. As remunerações dos órgãos sociais cresceram de 55 mil para 72 mil euros mais 31% que em 2013!!! Ao mesmo tempo, foi contratada uma “empresa” para promover as vendas do património camarário por vinte e quatro mil euros anuais.

4. Os ativos fixos tangíveis foram transformados em propriedades de investimento. Desceram de 53 para 16 milhões (transferência dos terrenos do parque de campismo).

5. A contabilidade da SGU continua a ser criativa. Desta vez foram criadas alterações no capital próprio através da rubrica “outras alterações reconhecidas no capital próprio” no valor  positivo de 10 milhões de euros, que na habitual transparência dos seus relatórios apenas informam que “ são justificados com a contabilização de subsídios relacionados com ativos fixos tangíveis que ainda não foram contabilizados como rendimento”.   Curioso, quando comparamos com a descida do valor dos ativos fixos tangíveis.

Os números apresentados pelo “filho” SGU são, infelizmente, acompanhados pelos números do seu criador “Câmara” que até 31 de  Maio de 2014 já comeu 80% do orçamento de despesas para 2014. Será que andamos todos a dormir?





O orçamento municipal para 2015 apresentado pelos responsáveis autárquicos vila-realenses é de uma enorme desonestidade política.
Não resolve o grave problema financeiro da autarquia e continua a agravar essa situação com mais um pedido de auxílio/empréstimo de 14 milhões de euros ao recém-criado Fundo de Apoio Municipal. Esse pedido decorre naturalmente da existência de um défice no orçamento corrente de um pouco mais de 14 milhões de euros. Convém realçar que os programas de apoio exigem aplicação de taxas máximas de IMI, redução de pessoal e procura de novas receitas municipais.

As despesas correntes com juros de financiamento já representam quase quatro milhões e meio de euros, anualmente, isto é, mais de 20% das receitas correntes.

É desonesto não apresentar uma solução séria para este problema, estão a fugir às responsabilidades políticas que lhes foram dadas pelos munícipes vila-realenses. Ao invés, continuam a agravá-lo e a aumentar taxas, licenças e impostos à população.
É desonesto colocar um número exagerado de cartazes com as palavras “Fazemos” e “Cumprimos”, promovendo-se à conta de dinheiros públicos.

É desonesto apresentar um orçamento com as rubricas de valor relevante pertencerem à ”  Outros e Outras” sem uma explicação mais detalhada dos seus valores. Este ano esta estratégia atinge o valor de 10.321.413 € !

É desonesto apresentar nas receitas correntes um valor estimado de mais de setecentos mil euros para a remoção de viaturas do espaço público e mais duzentos mil euros como Taxa Municipal de Proteção Civil.
É desonesto ocupar uma vereadora na gestão de efémeros programas ocupacionais e não na criação sustentada de empregos.
É desonesto afirmar que os problemas devem-se à crise quando a maioria das autarquias começa a mostrar melhor desempenho financeiro.  
É desonesto continuar a suportar o orçamento com a venda de património, mantendo a base do desenvolvimento local na construção e não na criação de negócios que permitam sustentar o crescimento a longo prazo.
É desonesto manter em funcionamento a Sociedade De Gestão Urbana utilizando “criatividade” na apresentação de contas. Criatividade apontada no próprio relatório do revisor oficial de contas na apreciação dos juros de mora aplicados à Câmara Municipal no valor superior a dois milhões de euros e que permitem a SGU apresentar um resultado positivo quando se não tivessem contrariando ou “reinventado” o princípio contabilístico do regime do acréscimo, teriam tido um substancial prejuízo.
É desonesto assinar um  ajuste direto de vários milhares de euros com um elemento de uma concelhia do Algarve do próprio partido a que preside.
E é sobretudo desonesto deixar a autarquia presa à uma enorme dívida hipotecando seriamente o futuro dos vila-realenses.


A Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL) na sua análise aos documentos previsionais do município de VRSA, para 2016, vem confirmar todos os argumentos aqui expostos, nas minhas análises anteriores, sobre a situação financeira da autarquia.

A atual equipa deste município assume-se como um caso de estudo pelas piores razões, “continuada violação das metas previstas, das obrigações assumidas e até de diferentes Leis do Orçamento do Estado” são as frase repetidas pela DGAL onde identifica, ainda, “um aumento expressivo dos montantes em dívida e dos pagamentos em atraso”.
A fiscalização das autoridades há muito que deveria ter atuado em VRSA.

Como é possível que o voto dos munícipes seja transformado numa autorização ilimitada à incompetência, desorganização e irresponsabilidade? 

Vamos assistir, por certo, em 2016 a uma venda de património a toda a velocidade para angariação das verbas necessárias para cobrir as exigências criadas pela “monumental dívida” acumulada pela atual equipa (amortização de empréstimos e juros) e, ainda, “esconder a asneira” de gestão que foi a criação da SGU-VRSA.

O volume de juros supera, em 2016, os SEIS milhões de euros.

Existem, ainda, riscos potenciais de um agravamento da situação financeira da autarquia. O relatório aponta para 44 situações de crédito não reconhecido que totalizam quase 5 milhões de euros. 
Falta, ainda, a esta equipa a capacidade de transparência democrática das suas decisões não promovendo o debate de opiniões tão saudável na construção de soluções. Tem preferido usar o silêncio nas palavras e propagado o “milagre da multiplicação dos cartazes autoelogiosos”.

O prémio de “autarquia familiarmente responsável” é entregue depois da resposta a um inquérito composto por vinte critérios subjetivos (exemplos: “Quase não existem problemas relacionados com o stress dos funcionários” ou “não há falta de empenho nem de iniciativa dos funcionários da Câmara), sem que nenhum desses critérios assuma a responsabilidade de equilíbrio financeiro é, por si mesmo, uma irresponsabilidade da Associação que o atribuiu!

Tem sido essa necessidade conjuntural de exposição pública que levou esta autarquia a uma situação de desequilíbrio estrutural. Muita imagem e quase nenhum conteúdo!

O documento da DGAL tem 24 páginas. Boa leitura!
Moço de Vila Real

1 de Janeiro de 2016



SETEMBRO ELEITORAL 13

Exemplos de democracia à PSD/Luís Gomes/São Cabrita, ou seja "nós queremos, podemos e mandamos".

Promessa logo esquecida que se repetirá em novas "bocas" caso voltem a ser maioritários na autarquia.
Aos cidadãos do Concelho não passaram patavina mas sempre se arranjaram mais 27 mil euros para privados "avaliarem o impacto"??? Então não avaliaram antes? Chega de incompetência.
Juntamos para exemplo mais um protesto da AMA sobre a "qualidade democrática" de quem queria "envolver mais a população". Envolveram sim em silêncio por um lado e por outro lado encharcaram o concelho com falsas e delirantes promessas.

Excelentíssimo Senhor

Procurador da República

Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé



Excelência

Assunto: queixa contra a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António por continuada negação de acesso a documentos administrativos.

Os signatários vêm relatar o seguinte:

Como a documentação junta comprova apesar da participação à CADA-Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos, das cartas da CADA à Câmara de VRSA e das cartas da Câmara aos signatários assinadas pela Vice-Presidente os mesmos continuam sem poder ter acesso à consulta dos documentos pedidos.

Todos os prazos foram esgotados e constata-se que da parte da autarquia não existe vontade em cumprir a Lei. Aliás esta situação tem-se repetido várias vezes.

Verifica-se assim o desrespeito pela Constituição da República designadamente no referente aos Direitos, Liberdade e Garantias dos cidadãos, e ao incumprimento da Lei 26 de 2016, pelo que parece haver matéria nos comportamentos dos representantes legais da Autarquia atrás descritos que são passíveis de responsabilização criminal.

Assim, e se for este, no douto entendimento de Vossa Excelência, o correcto enquadramento jurídico-penal dos factos, solicitamos que seja instaurado o adequado procedimento criminal.


12 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 12


A notícia abaixo, do JA fala em 30 milhões, pelo que nunca se sabe bem quantos são os milhões.


O Correio da Manhã, por sua vez, fala que os 200 milhões são para VRSA e Monte Gordo ?!

14.03.2016  10:32

Edifícios históricos vão dar lugar a hotéis

Imóveis estão localizados na Baixa Pombalina.

Por Rui Pando Gomes

Já foram edifícios importantes da Baixa Pombalina de Vila Real de Santo António (VRSA) e podem vir a ser agora transformados em hotéis de charme para receber turistas. A Câmara de VRSA lançou, na semana passada, a hasta pública para o arrendamento e adaptação dos três edifícios históricos em unidades turísticas. A estratégia faz parte de um pacote de investimentos turísticos, que ronda os 200 milhões de euros, que será aplicada no concelho nos próximos anos.

Em 2010 eram 900 milhões: agora parece que são 12?


11 setembro 2017

SETEMBRO ELEITOTAL 11

Em 2009 a Câmara do Srº Luís Gomes cedeu o terreno nas traseiras do Tribunal, incluindo estacionamento e a Casa do Avô por 7.037,07 euros por 50 anos para a construção de uma unidade de cuidados continuados que seria uma coisa única.
O local não poderia ser pior para tal fim, junto a um mercado, reduzindo estacionamentos, destruindo zona ajardinada e em violação do PDM, alterando o que tinha sido prometido aos moradores que naquela zona ficaria uma avenida etc.
Os moradores mobilizaram-se  e meteram o caso em tribunal. Entretanto a empresa faliu e o terreno ficou em nome da empresa falida, e a câmara continua sem o terreno. Merece ler o que os jornais locais, sempre amigos, diziam.



09 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 10

Mais umas viagens à Argentina e a Cuba do admirador da Revolução Cubana e da "política na transformação dos povos"
Revolucionários de lingua e "democratas" dos negócios.




SETEMBRO ELEITORAL 9


VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO – A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António está a desenvolver parcerias com a região e cidade de Montevideu, Uruguai, ao nível da cultura, turismo, urbanismo e desenvolvimento estratégico. Para levar a cabo estas medidas, o presidente do município vila-realenese, Luís Gomes, foi recebido pela intendente de Montevideu, Ana Olivera, num encontro onde foram debatidos diversos memorandos de entendimento a levar a cabo nos próximos meses. Na ocasião, Luís Gomes, também presidente da Rede Ibero-Americana de Cidades Médias (RIACIM), desenvolveu um conjunto de reuniões com vista a potenciar esta rede que tem como âmbito territorial os países da Península Ibérica e da América Latina, a saber: Portugal, Espanha, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Na agenda de trabalhos esteve igualmente a troca de experiências relativas à economia do mar, tendo em consideração que Montevideu se encontra numa zona geográfica que se caracteriza como a rota principal de movimentação de cargas do Mercosul e possui o porto mais importante do país. Por outro lado, é a cidade latino-americana com a maior qualidade de vida e encontra-se entre as 30 mais seguras do mundo. «Tendo em consideração o potencial de desenvolvimento dos países latino-americanos, a RIACIM continua a sua aposta nos projetos coletivos que contribuam para o reforço da rede e para a construção de um modelo territorial que sirva de referência à implementação de políticas de desenvolvimento sustentável», afirma Luís Gomes.

 Comentário: mais uma viagem sem se saber quem pagou, e qual o resultado e benefício para o Conselho de VRSA?
O porto de VRSA é o que se vê, e políticas de desenvolvimento sustentável em VRSA não há, só de endividamento insustentável.

08 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 8

OBSERVAÇÃO: a Telhabel parece que é uma construtora com sede em Angola? Então foi investir no México e não em VRSA?
Pergunta: quem pagou a viagem?, quais os benefícios concretos que resultaram da visita para VRSA?

06 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 7

NOTA: SETE ANOS DEPOIS ONDE ESTÁ A "REVOLUÇÃO" JÁ ANUNCIADA EM 2016?

SETEMBRO ELEITORAL 6


Luís Gomes deixa a política e dedica-se à música


VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO
Atualizado em: 15/01/2017

                                                                                                        Luís Gomes, Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, eleito pelo PSD durante 3 mandatos, deixa a carreira politica no final deste mandato, para se dedicar à música.

Segundo revelações feitas à RTP o mesmo afirma que quer continuar a ser feliz e neste momento a musica é a sua felicidade.

Luís Gomes aprendeu música aos 8 anos de idade numa escola de música, aprendeu a tocar órgão, solfejo e também cantou na igreja.

Apaixonado pela música já no verão de 2016 foi notícia a gravação de um dueto em espanhol com o artista cubano Baby Lores e já gravou também em português.

O Lores incutiu-lhe este desafio já que cada vez que vinha cá, Luís Gomes assistia a alguns ensaios e assim percebeu-se a sua vocação artística.

Recentemente convidou a comunidade cigana a gravar o teledisco promocional.



Vai ainda dar continuidade ao doutoramento no Instituto Superior Técnico continuando com o lugar de assistente suspenso na Universidade do Algarve.

Afirma que a política não é profissão, mas sim uma missão.

NOTA: é pena por também neste aspecto não cumprir a promessa, afinal irá ser cantor, pertencer à Assembleia Municipal de Castro Marim (esperamos que não como presidente dela para bem dos castro-marinenses ), é o espírito de missão certamente.
Se por desgraça voltar a ganhar o PSD em VRSA corremos o risco de Luís Gomes continuar a presidir à SGU, ou seja, continuar como presidente camarário dado os poderes que transferiu para a SGU. Que pesadelo.

05 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 5


12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL

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Em cima foto artística do pavilhão, a seguir o custo anunciado da obra  que foi publicitada como uma sala polivalente, uma mais valia para VRSA e que seria também para congressos etc.
Afinal os seis milhões e trezentos e cinquenta mil euros que custou tal obra serviu até hoje, no fundamental, para o jantar do PSD de apresentação de Luís Gomes como candidato à autarquia em 5 de julho de 2013.
Caso jantassem num restaurante da cidade não gastavam seis milhões.




04 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 4


12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL



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A clínica que seria do que haveria de "melhor no Mundo", afinal uma extensão da de Faro, que seria uma mais valia até para o "continente europeu", recebeu o espaço, o estacionamento, e mais 110 a 120 mil euros ano. Bom negócio para o privado à custa do erário público. Não seria melhor dar esse apoio ao SNS?

03 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 3


12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL



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Isto foi dito ao JA em 2005 por Luís Gomes. Em 1 de Outubro de 2017, 12 anos depois, quando Luís Gomes sair de cena deixa o mesmo PDM que encontrou, de 1992 e que tinha terminado em 2002.

Afinal parece que ou não era "pão para a boca" ou então foi conveniente não mexer e ir ad hoc manipulando o PDM para negócios.

02 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 2

12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL



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01 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 1



12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL



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