Por ainda não estar visível no site da CMVRSA, damos a conhecer aos possíveis interessados que têm poucos dias para apresentarem propostas ao Plano de Pormenor de Salvaguarda do Núcleo Pombalino de VRSA.
O blogue cidadão vr é um meio de informação do Movimento dos Amigos da Mata e do Ambiente sobre a situação do Património Ambiental, Histórico e Cultural do nosso Concelho. Este blogue está ao dispor dos cidadãos de Vila Real de Santo António para o comentarem e darem as suas opiniões, de forma correcta e construtiva. É a nossa contribuição cívica para a vida do nosso concelho
28 março 2013
26 março 2013
ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS COMPLICADAS
A um movimento que tem por preocupação a defesa e a valorização do
ambiente e do património não é indiferente o resultado das próximas eleições
autárquicas.
Para além das leis e medidas governamentais que têm incidência sobre o
ambiente e o património ( basta recordar os famigerados PIN´s que violam as
próprias leis existentes e abrem as portas a crimes ambientais com o pretexto
de que vão criar postos de trabalho, desenvolvimento e dinamização económica), ainda
temos o poder autárquico que, a experiência comprova, muitas vezes completa a
destruição patrimonial e ambiental para favorecer interesses especulativos.
O Algarve está cheio de exemplos de construções aberrantes com
volumetria exagerada ocupando zonas que deveriam ser preservadas, só compreensíveis
e explicáveis tais monstruosidades na base de favores e corrupção.
As eleições irão ter lugar provavelmente em Outubro, e irão
desenrolar-se num quadro político e social ferido pela austeridade, com
autarquias falidas que se fossem empresas teriam de fechar as portas, mais a
confusão que irá ser gerada por uma série de alterações que, todas ao mesmo
tempo, irão complicar o sarrabulho. É o problema da extinção e fusão de
freguesias, a criação em marcha de 21 Comunidades Intermunicipais (CIM) e 2
áreas metropolitanas (Lisboa e Porto), isto é recusa-se a regionalização
consagrada constitucionalmente (5 regiões) e criam-se 23 com régua e esquadro
ao gosto de interesses pouco claros, mais uns tachos para boys desempregados.
As SGU´s estão em transformação, umas vão desaparecer outras serão fundidas; estruturas
que serviram na maioria dos casos para aumentar uns lugarzinhos administrativos
e serem formas de contabilidade "criativa" para esconder dívidas
camarárias.
Para ajudar a coisa a UE aprovou uma directiva que obriga as entidades
públicas a pagar os compromissos no prazo de 30 dias e excepcionalmente em 60
dias, o que vai ajudar a fechar o cerco ao despesismo. Finalmente temos o caso
dos chamados dinossauros, todos aflitos à espera que os tribunais digam se
podem ser de novo candidatos na câmara vizinha, coisa que só agora se
"lembraram" vários anos após a lei ter sido aprovada na AR. Esta
situação é um retrato caricato dos nossos políticos, para eles não é o tempo em
função que conta, mas o lugar onde foi exercida a função. O Tribunal
Constitucional vai ser obrigado a intervir para clarificar e harmonizar a
interpretação da lei face às divergências propositadamente criadas. Tudo isto
vai levar tempo e poderá vir a impedir a apresentação de candidaturas em tempo
útil. Cheira a esturro.
Cá estaremos para contemplar o xarivari e analisar quais as propostas
sobre o património e o ambiente que os candidatos à Câmara de VRSA
apresentarão.
22 março 2013
21 DE MARÇO
DIA DA ÁRVORE
FEZ HOJE 6 ANINHOS, ESTA OLIVEIRA OFERECIDA PELA AMA À ESCOLA D. JOSÉ I.
MAIS CRESCIDINHA, JÁ COMEÇA A FAZER SOMBRA E OS SEUS RAMOS SERVEM DE POLEIRO E DESCANSO AOS PÁSSAROS.
AS OLIVEIRAS ATINGEM PROVECTAS IDADES, CENTENAS DE ANOS POR VEZES, INDIFERENTES ÁS LOUCURAS DOS HOMENS.
15 março 2013
REQUERIMENTO À CMVRSA SOBRE O LOTEAMENTO 11/99
Exmo.
Senhor
Presidente
da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António
REQUERIMENTO
Considerando
que:
a)De acordo com o previsto no loteamento
nº 11/99, foram construídos 160 fogos de habitação social na Zona Norte Poente
da freguesia e concelho de Vila Real de Santo António.
b)O PDM – Plano Diretor Municipal de
Vila Real de Santo António, define que aquela zona é Zona de Expansão a
Integrar – H3, a que corresponde um índice de utilização bruto “menor ou igual
a 1”.
c)Os 160 fogos ficaram concluídos entre durante
o mandato de 2001-2005, durante o mandato em que a autarquia era presidida pelo
Sr. António Maria Farinha Murta, sendo a composição do executivo municipal a
seguinte: 3 PS, 2 PSD e 2 CDU.
d)Que o Sr. António Murta, Presidente da
Câmara de VRSA, quis fazer a entrega das 160 casas, ao que os 4 vereadores da
oposição (2 do PSD e 2 da CDU/PCP) se opuseram, alegando não estarem concluídas
as respetivas zonas verdes. Nesse mandato autárquico, um dos vereadores do PSD
era, o Sr. Luís Gomes que desde Novembro de 2005 é o Presidente da Câmara
Municipal de Vila Real de Santo António, de 2005 a 2009 com maioria simples e
desde 2009 até à presente data com maioria absoluta.
e)Durante os dois mandatos, em que o Sr.
Luís Gomes tem exercido o cargo de Presidente da Câmara e por sua iniciativa e
proposta, foram feitas construções de blocos habitacionais nos locais que antes
estavam destinados a zonas verdes.
f)As construções feitas nos referidos
locais, violam o PDM, dado o índice de 1,0 ter sido largamente ultrapassado.
g)As zonas verdes não foram construídas
nem os respectivos equipamentos colectivos.
h)O número de estacionamentos não
corresponde ao mínimo exigível e necessário.
i)A qualidade de vida é afectada
negativamente pelo excesso de construção e falta de infraestruturas mínimas.
Os
abaixo-assinados requerem a Vossa Excelência, nos termos dos artigos 1º, 4º 7º,
12º da Lei nº 65/93 de 26 de Agosto, na sua versão actualizada, (LADA) e ainda
ao abrigo do direito de Acção Popular (que garante a gratuitidade na obtenção
dos documentos), que lhe sejam passadas fotocópias do seguinte:
Quadros de áreas e cópias das plantas de
implantação loteamento n.º11/99, tanto do projeto inicial bem como das
alterações efetuadas.
1.Cópias das atas com as respetivas
deliberações, tanto da Câmara Municipal como da Assembleia Municipal, com as
respetivas votações.
2.Planta de zonamento do PDM de uso do solo que abrange a zona em causa.
3.Memória descritiva do projeto inicial e das diversas alterações que o
mesmo sofreu.
4.Artigos do Regulamento do Plano Diretor Municipal, que façam
referência ao índice máximo bruto de
construção.
Vila Real de Santo António, 15 de Março de
2013
Aníbal
Manuel Fernandes Martins, António Fernandes Martins Coelho, Feliciano do Sacramento
Gutierres, Luís Manuel da Rosa Fernandes, António Marques Tavares Rombo.
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CÂMARA E SGU
09 março 2013
SINALÉTICA IMPERFEITA
Quem não conhece Vila Real e chega vindo de Monte Gordo pela Estrada da Mata, em particular os turistas, e entram pelo lado do Farol, ficam atrapalhados no cruzamento da Duarte Pacheco com a São Gonçalo de Lagos.
Em frente é proibido, para a direita também, resta a Rua Santo António de Arenilha, mas as placas indicam Piscinas, Biblioteca etc. Mas onde fica o centro? E a saída ? Tomam a Rua Arenilha, contornam as escolas e no cruzamento seguinte da Rua Sá Carneiro com a Combatentes da Grande Guerra o mesmo problema, como se vai para o centro?, e para sair ?
Quem escreve esta nota já tem indicado inúmeras vezes aos turistas qual o caminho a seguir. Aqui está um problema fácil de resolver com pequeno custo.
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PATRIMÓNIO PÚBLICO
07 março 2013
REQUERIMENTO A SOBRE A UTILIZAÇÃO DE VIATURAS
Ao
Exmo.
Senhor
Presidente
da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António
REQUERIMENTO
Considerando que:
Consta
que muitos munícipes, de modo informal e insistente, alegam ser frequente a
utilização abusiva de viaturas automóveis ao serviço do Município, por parte de
funcionários e dirigentes da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.
As
alegações em causa, a confirmarem-se, poderiam envolver, além de comportamentos
disciplinarmente sancionáveis, responsabilidade civil e crime de peculato de uso.
Segundo
tais alegações, eventualmente infundadas, os abusos ocorreriam também fora das
horas de trabalho e, não raramente, aos sábados, domingos e feriados.
Algumas
destas alegações incidem, inclusive, sobre o titular do mais alto cargo do
órgão executivo camarário, pois é banal ouvir-se que Vossa Excelência utiliza a
viatura de serviço, com o respectivo motorista, em frequentes deslocações de
longa distância cujos propósitos não são enquadráveis no exercício das funções
que exerce como autarca.
A
insistência dos rumores e a banalização das suspeições acarretam graves
prejuízos, não só para a honra dos visados, mas também, no caso, para o poder
autárquico democrático, uma vez que minam a relação de confiança entre autarcas
e munícipes e diminuem o prestígio da administração pública local.
Os
munícipes têm direito a ser informados sobre o modo como são utilizados os
recursos públicos postos à disposição de funcionários e dirigentes municipais,
e estes o dever legal de os administrar e utilizar de forma responsável,
transparente e verificável.
Os abaixo-assinados requerem a Vossa
Excelência, nos termos dos artigos 1º, 4º 7º, 12º da Lei nº 65/93 de 26 de
Agosto, na sua versão actualizada, (LADA) e ainda ao abrigo do direito de Acção
Popular (que garante a gratuitidade na obtenção dos documentos), que lhe sejam
passadas fotocópias do seguinte:
Uma
relação dos regulamentos, despachos, ordens de serviço ou outros normativos em
vigor que de algum modo se refiram às normas e critérios a que deve obedecer a
utilização de viaturas municipais, incluindo as que possam estar ao serviço,
esporádico ou permanente, de entidades estranhas à autarquia (mesmo que objecto
de contrato de aluguer ou qualquer forma de locação).
A
indicação das deliberações e outros actos administrativos dos órgãos da
autarquia que sustentem a vigência dos normativos referidos no ponto anterior.
A identificação dos instrumentos de
planeamento, registo e controlo da utilização das viaturas automóveis
municipais.
Os requerentes:
Aníbal Manuel Fernandes
Martins, António Fernandes Martins Coelho, Feliciano do Sacramento Gutierres,
Luís Manuel da Rosa Fernandes, António Marques Tavares Rombo e Osvaldo Fernando
Rocha Fernandes Azul.
Vila Real de Santo
António, 1 de Março de 2013
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CÂMARA E SGU
15 fevereiro 2013
PATRIMÓNIO PÚBLICO
Afastado de VRSA por algum tempo por razões médicas não tenho tido tempo e disponibilidade para o blog.
Recomeço com uma observação sobre Lisboa. A cidade choca-me, acho-a cada vez que regresso mais suja e vandalizada, não há um edifício que não tenha uns riscos ou uma bonecada sem sentido ou qualquer beleza; o mesmo se passa com os bancos de jardins, as caixas de electricidade, os sinais de trânsito, o património público, os caixotes do lixo, toneladas de beatas pelo chão etc. A cidade tem um ar degradado e abandalhado, e tudo se aceita, tudo normal, ninguém protesta, parece que até gostamos de viver do sujo e do feio.
Nos arredores da minha casa foi arranjada há pouco a Avenida Duque d´Ávila, com pista ciclista, alargamento dos passeios, plantação de árvores, colocação de bancos, melhorado o jardim do Arco do Cego e pintados muros. Já está tudo vandalizado. As árvores são depósitos de beatas e lixo, os bancos todos com grafittis, o mesmo com os muros do jardim, e este transformado em WC canina. Há tarde juntam-se ali centenas de estudantes universitários, em particular do Técnico, eles e elas a beberem cervejas e outras bebidas alcoólicas, e quando abalam já noite é um espectáculo confrangedor que deixam atrás de si: centenas de copos de plástico e de garrafas espalhadas por toda a parte, líquidos derramados, beatas, papéis, maços de cigarros etc. Nunca vi nada assim e conheço um bocado do mundo. Se este é o civismo dos nossos universitários é coisa para nos deixar preocupados.
No meio desta anarquia realço um pequeno esforço de jovens que tentam contrariar este caos e decoram alguns elementos procurando dar alguma vida e beleza ao quotidiano. Dois exemplos, os que estão mesmo ao pé de casa.
Recomeço com uma observação sobre Lisboa. A cidade choca-me, acho-a cada vez que regresso mais suja e vandalizada, não há um edifício que não tenha uns riscos ou uma bonecada sem sentido ou qualquer beleza; o mesmo se passa com os bancos de jardins, as caixas de electricidade, os sinais de trânsito, o património público, os caixotes do lixo, toneladas de beatas pelo chão etc. A cidade tem um ar degradado e abandalhado, e tudo se aceita, tudo normal, ninguém protesta, parece que até gostamos de viver do sujo e do feio.
Nos arredores da minha casa foi arranjada há pouco a Avenida Duque d´Ávila, com pista ciclista, alargamento dos passeios, plantação de árvores, colocação de bancos, melhorado o jardim do Arco do Cego e pintados muros. Já está tudo vandalizado. As árvores são depósitos de beatas e lixo, os bancos todos com grafittis, o mesmo com os muros do jardim, e este transformado em WC canina. Há tarde juntam-se ali centenas de estudantes universitários, em particular do Técnico, eles e elas a beberem cervejas e outras bebidas alcoólicas, e quando abalam já noite é um espectáculo confrangedor que deixam atrás de si: centenas de copos de plástico e de garrafas espalhadas por toda a parte, líquidos derramados, beatas, papéis, maços de cigarros etc. Nunca vi nada assim e conheço um bocado do mundo. Se este é o civismo dos nossos universitários é coisa para nos deixar preocupados.
No meio desta anarquia realço um pequeno esforço de jovens que tentam contrariar este caos e decoram alguns elementos procurando dar alguma vida e beleza ao quotidiano. Dois exemplos, os que estão mesmo ao pé de casa.
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PATRIMÓNIO PÚBLICO
30 janeiro 2013
PALMEIRAS
Em 2004 quando começaram a plantar as palmeiras na Avª da República, aquelas que parecem uns espanadores, publiquei uma nota no JA a criticar tal plantação e seus custos. Nunca percebi esta mania das palmeiras, de querer dar um ar exótico ao Algarve, como se isso fosse uma atracção turística.
É conhecido que várias espécies se adaptam mal e facilmente adoecem. Temos belas árvores autóctones, frondosas, de fácil manutenção e insistimos em querer criar oásis. O resultado está à vista, são cada vez mais as caldeiras vazias devido ao abate de palmeiras por doença ou pelo seu perigo para pessoas e viaturas.
É conhecido que várias espécies se adaptam mal e facilmente adoecem. Temos belas árvores autóctones, frondosas, de fácil manutenção e insistimos em querer criar oásis. O resultado está à vista, são cada vez mais as caldeiras vazias devido ao abate de palmeiras por doença ou pelo seu perigo para pessoas e viaturas.
24 janeiro 2013
REQUERIMENTO AMA
Senhor Presidente da
Câmara Municipal de
Vila Real de Santo António
REQUERIMENTO
Os Amigos da Mata e
do Ambiente – AMA, abaixo-assinados vêm dizer o seguinte:
1 – Em 12 de março de
2012, foi entregue um requerimento na Câmara Municipal de Vila Real de Santo
António, que até à presente data não teve resposta.
2 – No dia 12 de
novembro de 2012, foi requerido o acesso ao processo n.º 3/2010, não foi dada
qualquer resposta.
3 – A Assembleia
Municipal de Vila Real de Santo António, no dia 20 de dezembro de 2012, aprovou
uma proposta do executivo municipal, retificações ao PPMGN - Plano de Pormenor
de Monte Gordo Nascente (terrenos do Parque de Campismo de Monte Gordo).
4 – O PPMGN iniciou a
vigência em 01 de junho de 2012. A vigência de Plano de Pormenor é de três
anos, só após esse período de tempo é que pode ser desencadeada a sua revisão,
tendo que ser feita a respetiva discussão pública, após apresentação de
proposta.
5 – Estas
“retificações” ao PPMGN, ao serem feitas trouxeram benefícios acrescidos a quem
tinha comprado o lote 62, porque adquiriu um terreno com uma determinada área
de construção e número de fogos, e ambos com tais retificações foram substancialmente
aumentados.
Requeremos
que além do solicitado em 12/03/2012 e 12/11/2012, nos seja facultada toda a
documentação, e desenhos relacionados com a proposta de retificações
apresentada e aprovada na Assembleia Municipal realizada em 20/12/2012.
Nota: Irá ser dado
conhecimento ao Ministério Público, de todos os requerimentos feitos, em
relação aos quais não foi dada nenhuma resposta, caso não recebamos as
respostas a que temos direito, formalizaremos a respetiva queixa-crime, por
abuso de poder, violação das disposições urbanísticas e favorecimento económico
entre outros.
Os Requerentes:
Aníbal Martins, António Coelho, Feliciano
Gutierres, Luís Fernandes, António Rombo, Osvaldo Azul.
Vila Real de Santo António, 23 de
janeiro de 2012
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CÂMARA E SGU
22 janeiro 2013
CEMITÉRIO DE VRSA
Temos a informação de no momento existirem 130 catacumbas por terminar, estando provisoriamente tapadas com materiais inadequados, apesar de os familiares terem pago as taxas exigidas pela Câmara para ceder a catacumba e colocar pedras ( lajes ) que as encerram.
Nas lajes serão posteriormente gravados os dados e colocadas fotografias para assinalar e recordar as pessoas falecidas.
Segundo o que familiares nos disseram a situação arrasta-se desde Dezembro de 2011 e, até ao momento, a Câmara ainda não iniciou os trabalhos para fechar as referidas catacumbas e desconhecem quando tais obras irão ter inicio. Tal situação causa profundo desespero das famílias e um sentimento de revolta, o que é compreensível.
E nós perguntamos até quando esta situação se irá manter?
Sabemos que a cedência das catacumbas custam 657.00 € por unidade o que perfaz 85.410,00 €.
Será que o dinheiro anda a servir para tapar buracos nas dívidas que não as catacumbas?
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CÂMARA E SGU
BOMBA ENCERRADA
A estação de serviço perto do estádio está encerrada. Desconhecemos o motivo do seu encerramento, mas não seria de aproveitar a ocasião para proceder à sua mudança para outro local?
Felizmente nunca houve problema mas colocar uma bomba junto a pinheiros não será correr riscos desnecessários?
11 janeiro 2013
TEM AVONDO!
Contabilidades & habilidades. Segundo o Postal de hoje, 11 de Janeiro, o orçamento camarário de VRSA para 2013 é de 85,6 milhões de euros, mais 37,5 milhões do que 2012. Como é possível com a dívida que a autarquia tem, estimada segundo consta em 150 milhões de euros? Mais à frente o jornal explica que tal verba se deve à inclusão das verbas do PAEL e de empréstimos relativos ao reequilíbrio financeiro. Dado a câmara ter incluído tais verbas no orçamento até parece que está de saúde financeira excelente. O PAEL, para quem não sabe, é um programa através do qual o governo empresta às câmaras endividadas dinheiro para que elas possam pagar algumas dívidas de curto prazo. Assim a dívida não diminui, passa é dos privados para o Estado, e qualquer manobra no sentido de fazer crer que a câmara está a pagar dívidas e logo a diminuir a sua dívida total é batota.
Num edital de 28 de Dezembro a CMVRSA informa que este ano "o percentual a aplicar aos direitos e encargos de implantação, passagem e atravessamento de sistemas, equipamentos e demais recursos das empresas de redes e comunicações electrónicas" é de 0,25%.
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CÂMARA E SGU
09 janeiro 2013
2013, QUE FUTURO?
Fazemos votos de que os nossos visitantes e leitores habituais tenham passado a quadra natalícia com saúde, e que este ano de 2013 acabado de entrar vos poupe às desgraças anunciadas.
Não começa bem em relação ao ambiente, nem ao património. Acaba de ser entregue no Ministério do Ambiente uma petição com mais de 20.000 assinaturas exigindo a protecção da Lagoa dos Salgados, a qual está ameaçada de destruição pelo apetite especulativo de mais um empreendimento turístico de 4.000 camas quando se encontram, segundo dados oficiais, 50.000 casas e apartamentos por vender no Algarve. Lucros no presente hipotecando o futuro. Em Loulé o mesmo, luz verde para mais um PIN que ameaça o principal aquífero da região. As alterações legislativas feitas à Reserva Ecológica Nacional anuncia o fim da mesma, e é de tal maneira grave que até sofre oposição de ex-secretários de Estado do Ambiente de partidos do governo.
Em relação ao património os agravamentos de taxas e impostos quer do governo quer municipais, entre eles o IMI, vão acelerar a degradação dos prédios por falta de meios para a sua manutenção, sofrendo com isso o impacto visual das cidades e a qualidade de vida.
A nível mundial andam a adiar a resolução dos graves problemas que afectam o planeta, agora será em 2015 que tentarão chegar a um acordo climático mundial, o que duvidamos.
Finalmente vamos ter eleições autárquicas este ano, já se sabe que o Luís Gomes concorre de novo, é o prémio pela sua extraordinária boa gestão de dezenas e dezenas de milhões de euros de dívidas. Dos outros partidos, de concreto, ainda nada consta, mas tudo isto tem a ver connosco pois terá consequências que podem ser positivas ou a continuação da catástrofe.
Não começa bem em relação ao ambiente, nem ao património. Acaba de ser entregue no Ministério do Ambiente uma petição com mais de 20.000 assinaturas exigindo a protecção da Lagoa dos Salgados, a qual está ameaçada de destruição pelo apetite especulativo de mais um empreendimento turístico de 4.000 camas quando se encontram, segundo dados oficiais, 50.000 casas e apartamentos por vender no Algarve. Lucros no presente hipotecando o futuro. Em Loulé o mesmo, luz verde para mais um PIN que ameaça o principal aquífero da região. As alterações legislativas feitas à Reserva Ecológica Nacional anuncia o fim da mesma, e é de tal maneira grave que até sofre oposição de ex-secretários de Estado do Ambiente de partidos do governo.
Em relação ao património os agravamentos de taxas e impostos quer do governo quer municipais, entre eles o IMI, vão acelerar a degradação dos prédios por falta de meios para a sua manutenção, sofrendo com isso o impacto visual das cidades e a qualidade de vida.
A nível mundial andam a adiar a resolução dos graves problemas que afectam o planeta, agora será em 2015 que tentarão chegar a um acordo climático mundial, o que duvidamos.
Finalmente vamos ter eleições autárquicas este ano, já se sabe que o Luís Gomes concorre de novo, é o prémio pela sua extraordinária boa gestão de dezenas e dezenas de milhões de euros de dívidas. Dos outros partidos, de concreto, ainda nada consta, mas tudo isto tem a ver connosco pois terá consequências que podem ser positivas ou a continuação da catástrofe.
05 janeiro 2013
Informação
Aqui não há censura, ao amigo que se queixa de que os seus comentários não são publicados é favor clicar em comentários na parte inferior da mensagen e estão lá todos.
17 dezembro 2012
MAIS UMA RECEITA A CAMINHO. PAGAR PARA ESTOIRAR
A Câmara parece pretender começar a cobrar pelo estacionamento em, praticamente, quase toda a cidade.
A rosa será a zona tarifária B, a azul a zona tarifária A. A crise e as dívidas estão a esmifrar os cidadãos, são os cortes e impostos governamentais e os camarários.
Paga-se os impostos e seguros das viaturas, os altíssimos impostos na altura da compra de carro, o gasóleo e a gasolina encharcados de taxas e impostos, e agora como prenda natalícia se queres estacionar PAGA ( às vezes em duplicado pois estão lá também os "fiscais" da droga para sacar a moeda ). Será para atrair mais espanhóis e turistas? E os moradores dessas áreas também pagarão?
Dantes não se faziam garagens para os moradores dos prédios colocarem as viaturas e dessa falta de visão ( com a desculpa do encarecimento dos andares etc.), criaram-se problemas de estacionamento complicado que se pretendem remediar eriçando a cidade de parquímetros.
Boas perguntas para se fazerem nas reuniões camarárias e da assembleia municipal.
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CÂMARA E SGU
15 dezembro 2012
DIMINUIR PARA AUMENTAR
Para o que é que isto serve? Acabaram com os 18 governadores civis mantendo as CCDR e em lugar de criarem as Regiões como está constitucionalmente estabelecido, e são 5 consensuais, criam-se 23 comunidades intermunicipais, com comissões executivas o que vai dar lugar a mais umas dezenas de cargos aos amigalhaços e mais despesa de, pelo menos, mais 3 milhões de euros. Afinal estavam contra a regionalização que era cara etc., e agora no poder criam na prática 23 regiõezinhas, para ajudar a crise.
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Autarquias
03 dezembro 2012
EVENTOS
DESPESAS &
DÍVIDAS
"VERIFICA SE QUE
O QUE PROMETES É JUSTO E POSSÍVEL,POIS PROMESSA É DÍVIDA"
DITO POR CONFÚCIO
SÉCULOS ANTES DE CRISTO
Ao mexer para consulta em pastas antigas saltaram-me alguns
papéis que, passados anos, esclarecem muita coisa.
Em 29 de maio de 2008 a Câmara de VRSA informou em resposta a um
requerimento que:
Iluminação de Natal 237,520,00 euros
Fogo de artifício passagem do ano
30,000,00 "
Espectáculo fim de ano 233,415,40 "
Festa do Carnaval
273,317,72 "
Ora temos aqui qualquer coisa como 774,253,12 euros.
Nessa mesma data, respondendo a outro requerimento a CMVRSA informa:
Dia Internacional da Mulher, despesa total com os festejos: 288,953,19 euros
Em 18 de Janeiro um outro documento camarário informa que foram gastos
com eventos 1,400,000,00 euros. Destes eventos foram gastos 600,000,00 euros
com artistas (Paulo Gonzo, Los Angeles de Habana, Jorge Palma etc.), mais
800,000,00 euros em eventos desportivos
Tudo somadinho temos 2 milhões e 463 mil euros.
Certamente não estão aqui todos os eventos desse ano de 2008, o que
multiplicado por vários anos de mandato dará uma bonita soma de vários
milhões. E lá foram os eventos aos ventos.
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CÂMARA E SGU
29 novembro 2012
PORTUGAL CADA VEZ MAIS COM OS PÉS DENTRO DE ÁGUA
24/11/2012 - 08:05
Um em cada nove portugueses já vive na costa e o número de pessoas e de edifícios continua a subir apesar dos riscos das alterações climáticas e da erosão costeira.
Na praia da Vagueira, a construção continua a crescer: a erosão já obrigou à reposição de areia e à construção de uma espécie de paredão .
Portugal tem cada vez mais pessoas e edifícios junto ao mar, apesar dos problemas actuais de erosão costeira e dos riscos futuros das alterações climáticas. O número de habitantes nas freguesias do país que confinam com a costa aumentou cerca 68% entre 1970 e 2011, de 738 mil para 1,2 milhões de habitantes. Na prática, um em cada nove portugueses vive na costa.
A presença de edifícios saltou de 254 mil unidades em 1970 para 855 mil em 2011. Mais da metade – 490 mil – está desocupada.
Os números são avançados por um estudo de investigadores do Instituto de Ciências Sociais e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que avalia a realidade e as consequências da ocupação crescente da faixa litoral.
Não é novidade que a população concentra-se cada vez mais na faixa litoral. O trabalho, no entanto, dá elementos mais precisos sobre o microcosmo das freguesias costeiras, que é onde está a população que sente na pele os efeitos da erosão. É o fenómeno da “costerização”, conforme classifica a socióloga Luísa Schmidt, coordenadora do estudo Change-Mudanças Climáticas, Costeiras e Sociais, cujos resultados serão apresentados segunda-feira numa conferência na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. “As pessoas abeiraram-se mais da costa”, afirma Schmidt.
Esta tendência vem do passado, acentuou-se a partir da década de 1970 e não dá sinais de abrandar. Entre os dois últimos censos – 2001 e 2011 – a população junto à costa aumentou 10%.
Para exemplificar o que é que este movimento significa, em termos de riscos, o estudo abordou três situações particulares: Vagueira, na região de Aveiro; Costa da Caparica, na Área Metropolitana de Lisboa; e Quarteira, no Algarve. Todas enfrentam fortes problemas de erosão. Na Vagueira, o mar avançou 26 metros entre 2002 e 2010. Ainda assim, a população cresceu 20% desde 1991 e o número de edifícios subiu 28%.
Costa da Caparica a ceder espaço ao mar
Na Costa da Caparica, a linha de costa também está a ceder espaço ao mar. Nalguns pontos, como a Cova do Vapor, o ritmo médio é de 26 metros por ano. Mas explodiu o número de habitantes (94%), de edifícios (44%) e de alojamentos sazonais (60%) nas últimas duas décadas. E em Quarteira, a população duplicou, os alojamentos aumentaram 74%, mas todos os anos perdem-se seis metros de terra para o mar, em média.
Inquéritos conduzidos pelo estudo nestas três localidades mostram que a erosão costeira preocupa os moradores. Na Vagueira, mais de 80% dos inquiridos diz que a erosão é um problema grave e que vai piorar no futuro.
Mas poucos habitantes parecem dispostos a procurar outro sítio para viver. Nos três locais, a grande maioria dos inquiridos quer que seja feito de tudo – esporões, quebra-mares, paredões e enchimento artificial de praias – para manter a costa como está e proteger os seus imóveis. Uma proporção minoritária – que não chega a 30%, na Costa da Caparica – concorda que os edifícios é que têm de ser mudados para outro lado. “As pessoas acham que deve se manter tudo como está”, conclui Luísa Schmidt.
O que está lá é para ficar, mas não há espaço para mais ninguém. A maioria dos habitantes das três localidades – de 73% a 89% – diz “não” à construção de novos edifícios junto à costa.
Alterações climáticas
Um relatório publicado na quinta-feira, dia 22, pela Agência Europeia do Ambiente alerta para possíveis efeitos das alterações climáticas nas zonas costeiras. O relatório cita o aumento previsto no nível médio do oceano e a maior frequência de episódios de sobrelevação do nível do mar devido ao mau tempo como principais factores que agravarão o problema da erosão.
Este cenário poderá aumentar a factura que o país paga para proteger as populações mais próximas do mar. Nos últimos 20 anos, segundo o projecto Change, foram investidos cerca de 200 milhões de euros na defesa do litoral contra o avanço do mar.
Os resultados do inquérito revelam uma disparidade de resultados quanto à confiança das populações no que tem sido feito para resolver os problemas do litoral. Na Costa da Caparica, três quartos dos inquiridos não confia na actual gestão costeira. Mas na Vagueira e na Quarteira, a proporção é menor (42% e 31%).
Já a confiança nas instituições aparece definitivamente em baixa. O Ministério do Ambiente, por exemplo, é visto por quase metade dos inquiridos como uma entidade com “muito poder” nas questões do litoral, mas apenas 20% atribuem-lhe “muita confiança”
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PATRIMÓNIO AMBIENTAL
26 novembro 2012
Construído em 1926 em estilo Arte Nova pelo arquitecto Ernesto Korrodi tem uma história atribulada, de altos e baixos, mas agora está na fossa.
Há dois anos, mais precisamente em 24/12/2009, afirmava Luís Gomes ao Jornal do Algarve que "advertiu que se o proprietário não reabrir o emblemático hotel, a autarquia avançará para a posse coerciva".Pelo visto nem o proprietário se assustou com a ameaça nem a câmara tomou "posse coerciva" do edifício".
No dia 28/9/2012, noticiava a imprensa que a câmara iria iniciar "nova etapa na reabilitação e dinamização do Centro Histórico". Sobre o hotel nada se dizia, se estava ou não englobado nessa "nova" reabilitação.
Agora está à venda à espera talvez de melhore dias, para se juntar aos vários hotéis de 5 estrelas prometidos nos vários planos de pormenor.
24 novembro 2012
Qual a razão de não convidarem a AMA para participar nesta iniciativa ?. Esquecimento não foi de certeza, talvez o contrário, por se recordarem bem da associação.
Mas não altera nada, a AMA tem plantado centenas de pinheiros na Mata das Dunas sem publicidade, como estas imagens mostram, alguns pinheiros recentes a crescer e dezenas de outros em preparação para serem plantados.
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