O blogue cidadão vr é um meio de informação do Movimento dos Amigos da Mata e do Ambiente sobre a situação do Património Ambiental, Histórico e Cultural do nosso Concelho. Este blogue está ao dispor dos cidadãos de Vila Real de Santo António para o comentarem e darem as suas opiniões, de forma correcta e construtiva. É a nossa contribuição cívica para a vida do nosso concelho
14 agosto 2014
POLUIÇÃO SONORA
Nesta época do ano (e não só) é frequente sermos massacrados sem dó nem piedade por publicidade sonora muito superior aos decibéis recomendados pela Organização Mundial de Saúde.
A berraria não dá tréguas, pois nem sequer é suficientemente espaçada para dar descanso aos ouvidos.
Uma coisa é uma voz agradável a tentar impingir-nos publicidade enganosa de vez em quando, com intervalos longos de boa e suave música que recompensa a mentira anterior, outra é alta e má música acompanhada de irritante e constante publicidade que fere os tímpanos.
Parece que em algumas ruas, como por exemplo a 5 de Outubro, exagera-se neste aspecto.
Pedem-nos que denunciemos este problema. Aqui deixamos o nosso reparo, mas as pessoas devem dirigir-se a quem de direito e apresentar o seu desagrado por este comportamento pouco civilizado. Ainda vivemos em democracia.
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CÂMARA E SGU
02 agosto 2014
VIDAS PÚBLICAS, LUCROS PRIVADOS
Na quinta-feira, dia 31 de Julho, entre as 11h e as 17h foi cortada a energia à clínica a funcionar no complexo desportivo. Segundo informação que nos foi dada a causa foi falta de pagamento da factura de energia.
Quem pagou a factura para ser restabelecida a electricidade?, a Câmara ou a Clínica Privada?
Era elevada a dívida ou não?
"Já agora logo amanhã" quem pagou os outdoors nas estradas a publicitar a clínica?
Agradecíamos a quem souber que nos informe.
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CÂMARA E SGU
26 julho 2014
RECORDANDO!
Face a alguns comentários relativos às tentativas das usucapião feitas pela Câmara de VRSA sobre terrenos do parque de campismo e da orla costeira para deles se apropriar, repetimos documentos para que dúvidas ou desconfianças em relação à nossa posição fiquem esclarecidas.
Por ordem, mapa com linha vermelha que limitava o terreno objectivo da usucapião da orla costeira; cópia do certificado passado num cartório notarial do Porto no qual se afirma que a Câmara comprou os terrenos do parque há mais de cinquenta anos e não sabe onde está a escritura; anulação por ordem ministerial da usucapião da orla costeira.
Outros documentos podemos juntar, como o Diário do Governo que especifica as condições em que o Estado cede os terrenos do parque à Câmara de VRSA para construir o parque e, caso este acabe, o terreno regressa à posse do Estado. Nunca houve qualquer venda do terreno pelo Estado à Câmara.
Por ordem, mapa com linha vermelha que limitava o terreno objectivo da usucapião da orla costeira; cópia do certificado passado num cartório notarial do Porto no qual se afirma que a Câmara comprou os terrenos do parque há mais de cinquenta anos e não sabe onde está a escritura; anulação por ordem ministerial da usucapião da orla costeira.
Outros documentos podemos juntar, como o Diário do Governo que especifica as condições em que o Estado cede os terrenos do parque à Câmara de VRSA para construir o parque e, caso este acabe, o terreno regressa à posse do Estado. Nunca houve qualquer venda do terreno pelo Estado à Câmara.
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USUCAPIÃO
18 julho 2014
FINALMENTE!
Esta obra há muito necessária e participada com fundos da UE está em curso. Na parte norte de VRSA esta obra foi feita no último mandato da CDU. Passaram 18 anos até chegar, finalmente, à parte sul.
Muito tempo para pouco caminho. Esperemos que melhorem o tratamento dos esgotos e os problemas existentes com as águas das chuvas.
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CÂMARA E SGU
15 julho 2014
ESCLARECIMENTO!
Somos acusados por ter e não ter cão. No cabeçalho do Blogue apelamos para debate de forma correcta e construtiva. Todos os comentários são publicados excepto aqueles que pela linguagem utilizada os autores sabem perfeitamente que não os poderemos publicar. Também não aceitamos insinuações sobre a vida intima das pessoas, ou da sua vida privada, nada temos a ver com isso. Finalmente, temos por vezes recusado comentários que fazem acusações sem o mínimo de provas ou fundamento. Não somos censores políticos, de moralidade ou de costumes. É difícil manter o equilíbrio de um blogue que se quer público, mas ao longo destes anos tem sido essa a nossa preocupação.
É fácil de comprovar que tanto publicamos comentários favoráveis à gestão camarária como contra a mesma. Agora é necessário distinguir a posição da AMA da dos comentários. A posição da AMA é a que consta dos nossos documentos e comunicados. Depois as pessoas são livres de comentarem essas nossas posições, a favor ou contra. Em relação aos comentários nem sempre concordamos com o seu conteúdo, mas isso nunca foi razão para os censurarmos.
Se voltamos a abordar este tema foi por força dos "tintins", por um lado somos acusados de "stalinistas" e por outro de não moderarmos nada.
A linguagem dos tintins não engana ninguém e é o carimbo de identificação do seu autor, por mais que tente acaba sempre no palavrão. A concepção de democracia que revela não é a nossa, mas já estamos habituados à sua truculência. Para nós a democracia não se governa com tintins, tem de ter ética, princípios, valores, respeito pelas regras e leis democráticas, desejo de bem servir as populações, de colocar os interesses colectivos acima de interesses particulares, ter uma gestão responsável pois uma dívida enorme compromete o futuro do concelho, e não dispor dos meios camarários (viaturas e despesas pessoais por exemplo) como fossem seus.
É fácil de comprovar que tanto publicamos comentários favoráveis à gestão camarária como contra a mesma. Agora é necessário distinguir a posição da AMA da dos comentários. A posição da AMA é a que consta dos nossos documentos e comunicados. Depois as pessoas são livres de comentarem essas nossas posições, a favor ou contra. Em relação aos comentários nem sempre concordamos com o seu conteúdo, mas isso nunca foi razão para os censurarmos.
Se voltamos a abordar este tema foi por força dos "tintins", por um lado somos acusados de "stalinistas" e por outro de não moderarmos nada.
A linguagem dos tintins não engana ninguém e é o carimbo de identificação do seu autor, por mais que tente acaba sempre no palavrão. A concepção de democracia que revela não é a nossa, mas já estamos habituados à sua truculência. Para nós a democracia não se governa com tintins, tem de ter ética, princípios, valores, respeito pelas regras e leis democráticas, desejo de bem servir as populações, de colocar os interesses colectivos acima de interesses particulares, ter uma gestão responsável pois uma dívida enorme compromete o futuro do concelho, e não dispor dos meios camarários (viaturas e despesas pessoais por exemplo) como fossem seus.
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POSIÇÃO DA AMA
30 junho 2014
PELA BOCA MORRE O PEIXE
NOTAS COMPLEMENTARES SOBRE O ESTACIONAMENTO TARIFADO (PAGO) EM VRSA E MG
Face à confusão intencional estabelecida sobre os parques
de estacionamento e as zonas que irão ter estacionamentos tarifados (pagos),
confusão não gerada ou provocada pela AMA, temos a esclarecer o seguinte:
1- os tarifários que foram
divulgados neste blogue pela AMA em PRIVATIZAÇÃO DA VIA PÚBLICA referem-se aos
que já estão a ser aplicados no dominado Parque de Estacionamento do Centro
Comercial a Céu Aberto ou do Hospital Velho, em VRSA. Pelo documento que
conhecemos parece que os moradores e comerciantes da zona não ficaram isentos, pelo que
terão de pagar para estacionar no referido parque; 2- o documento aprovado pela
Câmara e Assembleia Municipal sobre o estacionamento pago em várias áreas do Concelho
tem 56 páginas pelo que, tecnicamente, é demasiado extenso para o inserir no
blogue. Colocamos aqui um "link" que permite aos interessados
consultar e ler o texto desse documento, assim como visualizar os mapas com as
zonas em VRSA e MG que irão ser tarifadas, os quais se encontram na parte final
do documento. No mapa ANEXO I, comparado com o que foi posto em Privatização da
Via Pública, constatamos que a área de estacionamento pago na via pública, em
VRSA, foi muito aumentada;
http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/36476187
http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/36476187
3- dado a importância do assunto e a
indignação e o protesto que nos tem chegado de cidadãos residentes nas áreas
abrangidas pelos tarifários, permitimo-nos alguns comentários. O primeiro
refere-se à justificação de que o pagamento do estacionamento nas ruas vai
servir como "retorno financeiro para políticas de acção social" e de
que se "encontra garantia de alternativa de estacionamento gratuíto".
Já ouvimos esta conversa quando aumentaram as taxas do IMI, da água etc. Caso a
dívida não atasse as mãos camarárias talvez não fosse necessário penalizar
moradores e visitantes, pagando o justo pela incompetência e irresponsabilidade
do pecador.
O segundo comentário é para advertir do
óbvio, uma vez que as zonas de estacionamento pago foram aumentadas em VRSA
resta pouco espaço gratuíto, o qual será sobrecarregado pelos que fugirão de
estacionar nas zonas pagas, o que irá dificultar o estacionamento dos moradores
das zonas gratuítas. Mas olhando a redacção do Artº 15, págª 16 da proposta que
irá a concurso público,
27 junho 2014
CONTAS DA SGU
Esta análise às contas apresentadas pela SGU são da autoria de alguém que frequentemente contribui com opiniões sobre as contas camarárias. Pela sua oportunidade e pertinência fazemos a sua divulgação no blogue. Os nossos agradecimentos ao "Moço de Vila Real".
“ A Dança dos Números na SGU
VRSA“
Recentemente foram apresentados
os resultados de 2013 da empresa que tem como missão “ melhorar os índices de
qualidade de vida da população do concelho, atuando com eficácia e eficiência na gestão dos recursos públicos”. A estas
lindas palavras missionárias sobrepõe-se uma ação de delapidação dos recursos
públicos que tentaremos explicar nos próximos parágrafos com base nos números
apresentados.
1. Em 31 de Dezembro de 2013, o
valor dos empréstimos é de cerca de quarenta milhões de euros. Este valor
obrigou ao pagamento de juros, em 2013, de um milhão e seiscentos mil euros. O
BCP, por segurança, obrigou a uma hipoteca sobre os terrenos do parque de
campismo com o valor de 24,4 milhões de euros em 2011 e a uma nova hipoteca, em
2013, sobre a “Casa da Câmara” de 2,8 milhões de euros. Assim sendo, já sabemos
quem serão os donos no caso de não ser possível pagar a dívida.
2. Os juros suportados em 2013,
foram de um 1,6 milhões de euros. Valor que “come” 20,6% das vendas e serviços
prestados. Este valor tende a aumentar durante 2014, tendo em conta que os
fluxos de caixa operacionais continuam a ser negativos, 2,6 milhões de euros. A
empresa continua com consideráveis necessidades de financiamento. Em 2014, as
responsabilidades de reembolso de empréstimos será de 6,6 milhões de euros.
3. Os gastos com pessoal
aumentaram 27% para 2,3 milhões de euros e já atingem 29% do valor das vendas e
serviços prestados. Ao mesmo tempo, os custos com fornecimentos e serviços
externos subiram 20% para 2,7 milhões de euros. As remunerações dos órgãos
sociais cresceram de 55 mil para 72 mil euros mais 31% que em 2013!!! Ao mesmo
tempo, foi contratada uma “empresa” para promover as vendas do património
camarário por vinte e quatro mil euros anuais.
4. Os ativos fixos tangíveis
foram transformados em propriedades de investimento. Desceram de 53 para 16
milhões (transferência dos terrenos do parque de campismo).
5. A contabilidade da SGU
continua a ser criativa. Desta vez foram criadas alterações no capital próprio
através da rubrica “outras alterações reconhecidas no capital próprio” no
valor positivo de 10 milhões de euros,
que na habitual transparência dos seus relatórios apenas informam que “ são
justificados com a contabilização de subsídios relacionados com ativos fixos
tangíveis que ainda não foram contabilizados como rendimento”. Curioso, quando comparamos com a descida do
valor dos ativos fixos tangíveis.
Os números apresentados pelo “filho”
SGU são, infelizmente, acompanhados pelos números do seu criador “Câmara” que
até 31 de Maio de 2014 já comeu 80% do
orçamento de despesas para 2014. Será que andamos todos a dormir?
Clicando no link poderá consultar as contas da SGU, ou nas setas da página em baixo.
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CÂMARA E SGU
19 junho 2014
PRIVATIZAÇÃO DA VIA PÚBLICA
A Câmara e a Ass. Municipal aprovaram com os votos contra da oposição (PS/CDU/BE) o estacionamento pago de viaturas em VRSA e Monte Gordo.
Nas zonas a cores estão previstos parquímetros?? Então uma parte significativa de VRSA e MG serão zonas tarifadas. Uma vez que os parques e zonas tarifadas podem ser concedidas pela SGU a entidades privadas tal resultará na privatização das ruas para dar lucro a uma empresa. Qual a vantagem?, dá uns cobres para diminuir a dívida ou para a aumentar?
14 junho 2014
06 junho 2014
OS OLHOS E CUBA
O documento em referência foi aprovado em sessão de câmara com os votos do PSD, do PS e voto contra da CDU. O bizarro da coisa é o documento estar escrito em castelhano?, e aprovado numa câmara portuguesa ?
Sublinhamos a alínea g) dos considerandos, e fica a interrogação qual a situação excepcional e urgente que nem deu tempo para ser traduzido o documento para português?
O ponto 3.2 merece reflexão, quanto custará tudo isto, foi orçamentado?, os vereadores sabiam qual o valor que estas despesas representarão para a autarquia?
No ponto 4 mais despesas a depositar num banco cubano. Será que não ficaria mais barato contratar oftalmologistas portugueses?
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CÂMARA E SGU
05 junho 2014
25 maio 2014
CÂMARAS FALIDAS
O Correio da Manhã de hoje, dia 25 de Maio, publica uma lista das câmaras em rotura, isto é falidas caso o Estado não as financie com empréstimos através do Programa PAEL. VRSA está em rotura, coisa sabida há muito e aqui há muito denunciada. Verificamos que VRSA recebeu o 5º empréstimo mais volumoso, só quatro câmaras tiveram empréstimos superiores : Funchal, Évora, Fundão e Santarém.
Para que conste esta confirmação do Correio da Manhã à exemplar gestão autárquica vila-realense.
Para que conste esta confirmação do Correio da Manhã à exemplar gestão autárquica vila-realense.
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CÂMARA E SGU
19 maio 2014
MOÇÃO DE ACUSAÇÃO À AMA
O Movimento AMA enviou, nos fins de Abril, uma carta aos deputados municipais tendo em conta que a Assembleia Municipal (AM) é o órgão fiscalizador da Câmara Municipal, na qual expressava a sua apreensão sobre várias obras feitas ou em fase de construção que, no seu entender, violam o Plano Director Municipal (PDM).
Esta posição da AMA depois tornada pública, realizada no 40º aniversário
do 25 de Abril que possibilitou a instituição do Poder Local Democrático (PLD),
é o exercício de um direito democrático e constitucional consignado,
designadamente, nos Artº 48 e 109 da Constituição da República.
Todos, sem excepção, eleitos e eleitores, temos o dever de cumprir as
regras democráticas com honestidade ao serviço da causa pública, e o direito de
contribuir para uma sociedade mais justa, mais transparente, menos desigual e
menos corrupta.
Foi pois com surpresa nossa que no dia 27 de Abril o Srº Luís Gomes
apresentou em reunião de câmara uma "Moção de Solidariedade" a si
próprio, de cinco páginas, sobre a carta enviada pela AMA à AM, que veio a ser
aprovada em reunião de Câmara de 14 de Maio, com os votos do PSD, abstenção do
PS e voto contra da CDU.
Entretanto a referida moção passou também pela AM, não tendo sido
discutida por ter sido entregue fora do prazo regimental necessário.
Constatou-se que vários membros da AM desconheciam a carta em questão apesar da
mesma ter sido entregue atempadamente nos serviços municipais.
Na reunião da AM o Srº Luís Gomes evitando esclarecer a AM sobre os
pontos concretos contidos na carta, e secundado por eleitos do seu partido,
recorreu, mais uma vez, a ofensas e insinuações sobre elementos da AMA, numa
atitude e linguagem imprópria de um presidente municipal. Não terá da nossa
parte troco, recusamos esse tipo de peixeirada.
Constatamos que em relação aos factos por nós denunciados eles não
foram refutados ou desmentidos, e todo o teor da "Moção de Solidariedade"
consigo próprio está centrada na questão do Parque de Campismo de Monte Gordo
(PCMG)e na zona do Complexo Desportivo (CD) de VRSA, tentando desviar a atenção
quer da propriedade do solo do PCMG quer do estipulado no PDM quanto ao uso do
solo no CD.
Para tornear as nossa denúncias sem lhes responder invocou o Srº Luís
Gomes o passado para cobrir as suas obras recentes, metendo no mesmo saco o PS e
a CDU, dando-lhes o braço para parecer que estamos nós contra tudo e contra
todos, e assim "mostrar" que não está isolado.
A AMA não tem o hábito de café de mandar bocas e fazer acusações não
fundamentadas.
Por isso reafirmamos que o Srº Luís Gomes, Presidente da Câmara e da
SGU, tentou vender os terrenos do PCMG, basta consultar a Acta da reunião camarária
nº2/2012, ou o Edital camarário de Outubro de 2011, não se tendo concretizado a
venda por as propostas apresentadas não atingirem as verbas pretendidas.
O Plano de Pormenor de Monte Gordo Nascente é outra prova do que
afirmamos, muito bem desenhado e a
várias cores clarifica que o objectivo é construir no terreno do PCMG um
empreendimento de luxo. Recordamos que o DL 41311, publicado no Diário do
Governo de 8 de Outubro de 1957 (ainda no tempo da outra senhora), estabelece
que o terreno é cedido para a construção do PCMG, e quando este terminar o
terreno reverte para o Estado e não foi uma escritura por usucapião feita no
Porto afirmando que aquele terreno sempre foi camarário que altera a verdade.
Pode o Srº Luís Gomes não quere reconhecer legitimidade à AMA, mas
temos toda a legitimidade democrática, legal e constitucional para, como
cidadãos livres nos pronunciarmos sobre o que consideramos errado e ilegal, por
mais que isso o incomode.
Pode acusar-nos de não termos experiência de gestão do território, mas
recusamos a sua experiência que deixou arruinada e endividada a autarquia até
ao tutano, sobrecarregando os munícipes com taxas máximas para pagar
megalomanias.
Pode o Srº Luís Gomes acusar-nos de sermos contra o desenvolvimento
concelhio, o interesse público e outras
ridículas coisas, para tentar voltar as pessoas contra nós, mas quem
está a comprometer o futuro com a asfixia financeira e os juros da dívida é o
acusador.
Finalmente uma palavra para repudiar a atitude da "Moção"
contra a Quercus, uma organização prestigiada nacional e internacionalmente,
que se tem batido em Portugal e no Mundo na defesa e preservação ambiental. A
Quercus saberá tomar a posição mais conveniente e terá sempre o nosso apoio,
apreço e amizade.
VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO, 19 DE MAIO DE 2014
Nota: Esta posição da AMA é referente à "moção" abaixo publicada.
DESTA ÁGUA PAGARÁS!
Correio da Manhã, 17 de maio de 2014
Esta notícia sobre as dívidas camarárias à Águas de Portugal é espantosa. Ficamos a saber que entre a SGU e a Câmara a dívida de VRSA é de 16.993 milhões de euros, pelo que subimos ao 4º lugar em valores absolutos. Mas, considerando o nº de eleitores, cerca de 17 mil em VRSA, somos os campeões em dívida "per cápita". Um orgulho, campeões. Pergunta, então para onde vai o dinheiro que pagamos mensalmente do nosso consumo de água????
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CÂMARA E SGU
29 abril 2014
COFRES VAZIOS !
O Diário da República de 28 de Abril, 2ª série, nº 81, (11202), publicou o Despacho nº 5611/2014 que acima se divulga.
Há dias a Câmara e o JA embandeiravam em arco por, finalmente, após várias recusas das contas camarárias, o Tribunal de Contas ter deixado passar o PAEL, e com esse empréstimo até dava a impressão, pela conversa que era o tribunal que devia o dinheiro e não a Câmara. As contas camarárias foram várias vezes aqui denunciadas como "contas de merceeiro", duvidosas, evidenciando grande incompetência e irresponsabilidade da gestão autárquica do Luís Gomes, e que foram sendo aprovadas cegamente por uma maioria dócil e acrítica.
Como este Despacho confirma tivemos razão mais uma vez, a arrogância do eu quero, posso e mando levou a mais este prejuízo para o Concelho e a sua população. E agora?
Esta multa, pois é disso que se trata, embora com outro nome coloca o problema de que o Luís Gomes é o problema deste concelho, e o caminho mais decente que pode tomar é pedir a demissão.
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CÂMARA E SGU
27 abril 2014
24 abril 2014
ABRIL FOI E É DE LUTA
Não há melhor forma de celebrar Abril do que continuar a combater e a denunciar as ilegalidades. Esta posição pública da QUERCUS, que agradecemos e saudamos, fortalece a nossa disposição de continuar o caminho, para que Abril se cumpra a favor de uma sociedade mais justa, mais humana, mais solidária, menos corrupta, mais amiga do ambiente.
A Quercus vem demonstrar a sua preocupação e desagrado
com a anunciada intenção de relocalizar o Parque de Campismo de Monte Gordo
para poente, destruindo mais uma parcela significativa da Mata Nacional das
Dunas Litorais de Vila Real de Santo António, com o único propósito de
satisfazer negócios imobiliários do Município de Vila Real de Santo António e
obter receita à custa da destruição dos valores naturais.
A Mata Nacional das Dunas Litorais é uma das poucas áreas florestais públicas do Algarve, estendendo-se os seus 434 hectares ao longo da faixa dunar que vai do oeste de Vila Real de Santo António a oeste de Monte Gordo. É um ecossistema dunar de elevada importância onde se evidencia a presença de floresta de pinheiro-bravo e pinheiro-manso (habitat prioritário para a conservação na União Europeia) e de vegetação dunar composta pelo cordeiro-da-praia, cardo-marítimo, eruca-marítima, estorno e pelo tomilho-carnudo (um endemismo nacional). A inserção da Mata Nacional das Dunas Litorais na Rede Natura 2000 – Sítio de Importância Comunitária Ria Formosa / Castro Marim demonstra a importância deste local no contexto europeu.
Ciente da importância que a Mata Nacional das Dunas Litorais tem para a preservação do sistema dunar do Sotavento Algarvio e dos valores naturais em presença, a Quercus já pediu esclarecimentos ao Município de Vila Real de Santo António sobre o propósito de relocalizar o Parque de Campismo de Monte Gordo para o interior da área classificada e manifesta desde já que usará todos os meios ao seu alcance para impedir que, mais uma vez, o património do Estado Português seja alienado para satisfazer interesses imobiliários, numa região que tem excesso de oferta imobiliária e turística e que tem vindo a destruir de forma sistemática os seus valores naturais sem tenha sido salvaguardado o interesse público.
Faro, 23 de abril de 2014
A Direção do Núcleo Regional do Algarve da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
A
Quercus tomou conhecimento da intenção anunciada pela Câmara Municipal de Vila
Real de Santo António de alienar terrenos cedidos pelo Estado e de relocalizar
o Parque de Campismo de Monte Gordo para o lado poente da vila, destruindo mais
uma parte da Mata Nacional das Dunas Litorais e do Sítio de Importância
Comunitária Ria Formosa / Castro Marim.
A Mata Nacional das Dunas Litorais é uma das poucas áreas florestais públicas do Algarve, estendendo-se os seus 434 hectares ao longo da faixa dunar que vai do oeste de Vila Real de Santo António a oeste de Monte Gordo. É um ecossistema dunar de elevada importância onde se evidencia a presença de floresta de pinheiro-bravo e pinheiro-manso (habitat prioritário para a conservação na União Europeia) e de vegetação dunar composta pelo cordeiro-da-praia, cardo-marítimo, eruca-marítima, estorno e pelo tomilho-carnudo (um endemismo nacional). A inserção da Mata Nacional das Dunas Litorais na Rede Natura 2000 – Sítio de Importância Comunitária Ria Formosa / Castro Marim demonstra a importância deste local no contexto europeu.
Ciente da importância que a Mata Nacional das Dunas Litorais tem para a preservação do sistema dunar do Sotavento Algarvio e dos valores naturais em presença, a Quercus já pediu esclarecimentos ao Município de Vila Real de Santo António sobre o propósito de relocalizar o Parque de Campismo de Monte Gordo para o interior da área classificada e manifesta desde já que usará todos os meios ao seu alcance para impedir que, mais uma vez, o património do Estado Português seja alienado para satisfazer interesses imobiliários, numa região que tem excesso de oferta imobiliária e turística e que tem vindo a destruir de forma sistemática os seus valores naturais sem tenha sido salvaguardado o interesse público.
Faro, 23 de abril de 2014
A Direção do Núcleo Regional do Algarve da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
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CÂMARA E SGU
04 abril 2014
INFORMAÇÕES
Algumas
informações pois não só do combate às maldades camarárias nos preocupamos. A
Quercus faz
29 anos e merece
ser saudada pela sua tenacidade na defesa do património ambiental português.
Tomou posição
sobre a Reserva do Sapal que também é de VRSA com a qual concordamos no
fundamental, para
que não venha a acontecer no Sapal algo semelhante ao que se está a passar na
Lagoa
dos Salgados ou
aconteceu na Quinta da Rocha em Portimão.
Os apetites são
conhecidos e são as associações ambientais e cívicas que travam estas batalhas
contra os
poderes locais e
os interesses especulativos, com meios limitados, muita coragem e carolice por
gostarem
do seu país.
A associação ambientalista avaliou reserva natural algarvia por ocasião do
seu 39º aniversário, que se celebrou nesta quinta-feira
A Quercus requer que se implemente a monitorização de espécies exóticas e
uma maior vigilância e verificação da conduta dos visitantes na área da Reserva
Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, no Algarve. O
resultado da avaliação feita pela associação ambiental propõe também que se
aposte na promoção activa do turismo de natureza.
Em comunicado, a Quercus considera que a invasão da reserva por espécies
exóticas e a proliferação de cães vadios pode aumentar se nada for feito. A
associação realça ainda que as características desta zona tornam-na atractiva
para a caça e pesca ilegais, uma maior pressão urbanística e turística e a
conversão das salinas históricas em tanques para aquacultura intensiva.
A Quercus propõe que se incentive o turismo rural, com a contratualização
da gestão de estruturas de visitação, na agricultura biológica, na valorização
da pesca artesanal e da produção de peixe em regime extensivo, sem alterar a
morfologia das antigas salinas e com financiamento da baixa produtividade para
produção de peixe de qualidade, bem como na certificação de produtos
regionais.
Esta área tem sido afectada por alterações que perturbam o seu ciclo
natural e pela elevada taxa de mortalidade da avifauna, provocada pelo embate
em linhas de transporte de energia. É necessário, segundo a associação, uma
melhor sinalização destes cabos e, se possível, a sua relocalização.
Com a criação da Reserva Natural, algumas medidas foram implementadas para
aumentar os valores de conservação do património natural desta área, como a
interdição do exercício da caça e a inserção na Lista de Sítios da Convenção de
Ramsar, que inclui todas as zonas húmidas de importância internacional. Foram,
também, adoptadas formas para valorizar a economia local, apostando, por
exemplo, na certificação do sal marinho e da flor de sal de Castro Marim.
A Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António
possui uma fauna diversificada, onde se destacam espécies estuarinas e
migradoras, como a dourada e o robalo, e espécies dulciaquícolas. É ainda local
de passagem de avifauna, com registos de ocorrência de 169 espécies regulares e
17 espécies que ocorrem de forma ocasional, na sua maioria aves aquáticas com
elevado valor de conservação, como o flamingo, o alfaiate, o alcaravão e a
andorinha-do-mar-anã. Encontram-se ainda registadas 462 espécies de plantas.
CONTESTAÇÃO JUDICIAL NA LAGOA DOS SALGADOS
Seis associações ambientalistas (SPEA, A Rocha, Quercus, GEOTA, LPN e Almargem) apresentaram, em fins de
Janeiro, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé uma “acção administrativa especial de impugnação de acto
administrativo” contra o Ministério do Ambiente e o Município de Silves. O primeiro porque aprovou em 30 de Outubro de 2013 uma Declaração de Impacto Ambiental condicionada mas favorável ao avanço do projecto de urbanização da Praia Grande. A segunda
porque aprovou, em 7 de Dezembro de 2007, o respectivo Plano de Pormenor, em 7 de Março de 2012, o respectivo contrato de desenvolvimento urbano.Em causa, como se sabe, está o mega-empreendimento turístico da Lagoa dos Salgados que se propõe instalar 3 hotéis, 2 aldeamentos, zonas comerciais um campo de golfe, contabilizando mais de 4 mil camas, numa área de grande interesse para a conservação da natureza, conhecida já em todo o mundo sobretudo através da sua importância para a avifauna. No decurso normal do processo judicial, os dois citados “réus” foram já convidados a contestar a referida
acção, o que ambos fizeram. No caso do Município de Silves a contestação foi aprovada, em 12 de Março de 2014, apenas pela maioria PS-PSD no executivo municipal e com os votos contra da actual presidente e restantes vereadores da CDU, coligação que governa a Câmara mas em minoria. Nada que seja para admirar, tendo em conta a posição claramente favorável ao mega empreendimento por parte do anterior executivo PSD e dos responsáveis locais do PS. Este é apenas o primeiro passo
de uma difícil batalha judicial que implica o apoio técnico de um advogado, com os custos inerentes e que terão
de ser repartidos pelas seis associações. Mais uma razão para que os sócios e amigos da Almargem estejam cada vez
mais presentes e apoiem a sua associação, nomeadamente através do pagamento das quotas anuais.
OS 40 ANOS DO 25 DE ABRIL
No próximo 25 de Abril celebram-se os 40 anos de uma Revolução que mudou Portugal e, entre muitas outras coisas,
permitiu o florescimento do movimento associativo ambientalista. Na verdade, já existia então uma associação
ambientalista, a LPN, fundada em 1948 sobretudo por professores universitários, em resposta ao apelo do poeta
Sebastião da Gama para preservação da Serra da Arrábida, e que conseguiu sobreviver mantendo-se afastada do
movimento de contestação ao regime ditatorial. Alguns dos seus membros foram, no entanto, muito importantes ao
influenciar as escassas conquistas que foi possível ir fazendo antes de 1974, nomeadamente a constituição de uma
Comissão Nacional de Ambiente ou a criação do ainda hoje único Parque Nacional português, na Peneda-Gerês,
ambos em 1971, no âmbito da preparação da Conferência de Estocolmo em 1972. Está por fazer a história do movimento
ambientalista em Portugal e, em especial, no Algarve. Este é um desafio que aqui deixamos para quem tenha
gosto e disponibilidade para tal, pois possuímos algumas bases documentais importantes para levar a cabo esse
ambicioso projecto. Entretanto, vamos comemorar estes 40 anos de liberdade com um almoço a realizar no dia 25 de
Abril, para o qual convidamos desde já todos os nossos associados.
SUPREMO TRIBUNAL ESPANHOL ORDENA DEMOLIÇÃO DE MEGA-EMPREENDIMENTO
Em fins de Janeiro, o Supremo Tribunal de Justiça de Espanha, confirmou a sentença de 2011 do Tribunal Superior
da Extremadura que considera ilegal o mega-empreendimento turístico Marina Isla de Valdecañas, situado numa
ilha da barragem de Valdecañas no Rio Tejo (Cáceres), por ele se encontrar dentro de um espaço protegido pela
legislação espanhola e europeia como Rede Natura 2000, obrigando para mais
o promotor a repor a situação original nos terrenos já intervencionados e construídos.
O projecto prevê a instalação de dois hotéis, 300 moradias e uma marina
em volta do inevitável campo de golfe. Utilizando a prática tão usual do
facto consumado, algumas das moradias estão já construídas e a ser vendidas
desde há dois anos, a preços que rondam os 500 mil euros, e um dos hotéis já
funciona em pleno.
Etiquetas:
Ambiente e Património
02 abril 2014
REAFIRMAR A NOSSA FORMA DE ESTAR
O blogue cidadão vr é um
meio de informação do Movimento dos Amigos da Mata e do Ambiente sobre a
situação do Património Ambiental, Histórico e Cultural do nosso Concelho. Este
blogue está ao dispor dos cidadãos de Vila Real de Santo António para o
comentarem e darem as suas opiniões, de forma correcta e construtiva. É a nossa
contribuição cívica para a vida do nosso concelho
Este é o cabeçalho do
nosso blogue, a ele permanecemos fiéis e
queremos continuar assim, de forma correcta e construtiva.
Compreendemos que numa
sociedade que regrediu, na qual a Democracia com D grande é diariamente violada
e impera a ganância dos negócios e do lucro imoral em detrimento da vida das pessoas, em que o
desemprego aumentou de forma explosiva ao mesmo tempo que se diminuíram
salários e apoios sociais, se empobreceu propositadamente a população para
pagar a irresponsabilidade de banqueiros, governos, e autarquias, percebe-se que isso é
a causa do medo que voltou a instalar-se
e que corrói e enfraquece a democracia.
Quem está empregado não
quer perder o seu posto de trabalho pois caso contrário terá provavelmente de
emigrar, cala-se perante os desmandos do poder, e com isso, infelizmente, dá mais força ao que deseja mudar.
Entendemos perfeitamente
os desabafos, a ira, a raiva e o desespero dos anónimos que nos enviam
comentários, mas nem todos podemos publicar por três razões: a primeira porque
não têm nada a ver com os objectivos expressos no cabeçalho; a segunda por não
podermos nem devermos entrar pelo caminho da acusação individual, sem provas,
colocando nomes de pessoas na praça pública quando por vezes essas pessoas
também são vítimas do sistema de compadrio e corrupção; a terceira é de que
vários dos comentários serem acompanhados de linguagem agressiva e imprópria,
por vezes sem isso o comentário até poderia ser publicado, mas os impropérios
são de tal ordem que impedem a publicação do comentário.
Não queremos que nos
suceda o mesmo que ao coronel de Viseu, não por medo pois assumimos o que
dizemos e damos a cara, e temos denunciado às autoridades competentes tudo o
que consideramos abusos e ilegalidades camarárias, mas por querermos continuar
com este blogue, que já tem alguns anos e tanto incomoda certas pessoas, de
forma correcta e construtiva. O seu desaparecimento é que seria negativo.
28 março 2014
NOTAS SOBRE REUNIÕES CAMARÁRIAS
Sobre esta questão a posição da AMA foi clara como este blogue prova. Honra seja feita à CDU que votou contra. Não percebemos a posição do PS. Duvidamos que o Tribunal de Contas aceite desta vez, à 3ª, a nova versão das contas camarárias.
Juntamos duas opiniões sobre as matérias que vão a reunião de Câmara, as quais também já foram, no essencial tratadas por nós.
Juntamos duas opiniões sobre as matérias que vão a reunião de Câmara, as quais também já foram, no essencial tratadas por nós.
Assunto que consta na ordem de trabalhos da Assembleia Municipal de Vila
Real de Santo António, no dia 27 de Março de 2014.
Ponto 3
Apreciação e
votação da Correção Material ao Plano de Cérceas e Alinhamentos – Quarteirão
Delimitado pela Rua dos Pescadores, Rua Manuel de Arriaga, Rua João Aboim e Rua
Professora Ermelinda Caleça em Monte Gordo.
1 - Um Plano de Cérceas é um Plano de
Pormenor Simplificado, por esse motivo está sujeito aos trâmites dos PP,
nomeadamente a Discussão Pública e isso não se verificou.
Por esse motivo, este Plano de
Cérceas, poderá vir a ser anulado, caso sejam acionados os mecanismos legais.
2 – Segundo o PDMVRSA, numa zona de
habitação consolidada, o número máximo de pisos é 4, ou mais caso o edifício
confinante tenha um número superior a 4 ou caso exista um Plano de Cérceas para
o local.
3 – A proposta de Plano de Cérceas e
Alinhamentos apresentada e aprovada por esta Assembleia, não tem nenhum
fundamento técnico que justifique que o número máximo de pisos passe a ser 5.
Não existe qualquer referência à Média ou à Moda existente nos edifícios
circundantes que justifiquem o aumento do número de pisos.
Com este tipo de propostas sem
fundamentação técnica, podem propor em vez de 5 pisos, 7,8 ou mais pisos.
4 – Com estes procedimentos
pretende-se ir alterando violando o PDMVRSA, que está em fase de Revisão e que
os Executivos Municipais presididos pelo Sr. Luís Gome, desde 2010 , o mantêm
congelado.
Feliciano Gutierres
NIF 144 874 008
Nota: A Média e a Moda, são termos
Matemáticos e são utilizados na fundamentação técnica dos Planos de Pormenor e
Planos de Cérceas e Alinhamentos.
Assunto: desafectação de duas parcelas de terreno do DPM - Domínio Publico Muncipal
Na Assembleia Municipal que se realiza hoje à noite, vai ser discutido a "Desafectação de duas parcelas de terreno do DPM".
Desafectar duas parcelas de terreno do DPM para quê
De acordo com a proposta aprovada pelo executivo municipal, parece-me ser intenção do executivo municipal integrar as duas parcelas nos lotes nº 11 e n.º 12 do loteamento nº 8/89, sito em Manta Rota, Vila Nova de Cacela, cujo titular é o Sr. António Conceição Vicente.
O total da área das duas parcela é 175,40 m2.
Não existe referência ao valor que o beneficiário irá pagar ou quais serão as contrapartidas e/ou benefícios que o município obterá com este negócio.
Para estimar ou calcular o valor das duas parcelas, poderá recorrer-se à formula da compensação, utilizada pela câmara, quando nos loteamentos ou operações de impacto ambiental semelhante, o urbanizador não cede às áreas previstas na Lei, para zonas verdes, equipamentos ou infraestruturas.
Por estimativa a não cedência de 175 m2, implicará um pagamento, que poderá ultrapassar os vinte mil euros (20.000 euros).
A proposta apresentada, d´a entender que a cedência será gratuita, o que configura uma situação de favos e que lesará o município
Esta proposta não está em condições de ser apreciada e votada favoravelmente e por isso deve ser retirada, para permitir que os serviços técnicos da câmara a completem.
Feliciano Gutierres
NIF 144 874 00
NOTA FINAL: após a nossa observação de que o prédio em construção na Rª Teófilo Braga (Avenida) não tinha nada escrito na placa lá colocada, como é obrigatório, verificamos que já foi escrito no placa camarária informação sobre a obra, destinada a habitação?
Finalmente parece que é desta vez que a rede de esgotos da zona sul vai reparada e melhorada acabando com a contaminação poluente do Guadiana.
Na Assembleia Municipal que se realiza hoje à noite, vai ser discutido a "Desafectação de duas parcelas de terreno do DPM".
Desafectar duas parcelas de terreno do DPM para quê
De acordo com a proposta aprovada pelo executivo municipal, parece-me ser intenção do executivo municipal integrar as duas parcelas nos lotes nº 11 e n.º 12 do loteamento nº 8/89, sito em Manta Rota, Vila Nova de Cacela, cujo titular é o Sr. António Conceição Vicente.
O total da área das duas parcela é 175,40 m2.
Não existe referência ao valor que o beneficiário irá pagar ou quais serão as contrapartidas e/ou benefícios que o município obterá com este negócio.
Para estimar ou calcular o valor das duas parcelas, poderá recorrer-se à formula da compensação, utilizada pela câmara, quando nos loteamentos ou operações de impacto ambiental semelhante, o urbanizador não cede às áreas previstas na Lei, para zonas verdes, equipamentos ou infraestruturas.
Por estimativa a não cedência de 175 m2, implicará um pagamento, que poderá ultrapassar os vinte mil euros (20.000 euros).
A proposta apresentada, d´a entender que a cedência será gratuita, o que configura uma situação de favos e que lesará o município
Esta proposta não está em condições de ser apreciada e votada favoravelmente e por isso deve ser retirada, para permitir que os serviços técnicos da câmara a completem.
Feliciano Gutierres
NIF 144 874 00
NOTA FINAL: após a nossa observação de que o prédio em construção na Rª Teófilo Braga (Avenida) não tinha nada escrito na placa lá colocada, como é obrigatório, verificamos que já foi escrito no placa camarária informação sobre a obra, destinada a habitação?
Finalmente parece que é desta vez que a rede de esgotos da zona sul vai reparada e melhorada acabando com a contaminação poluente do Guadiana.
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CÂMARA E SGU
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