12 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 12


A notícia abaixo, do JA fala em 30 milhões, pelo que nunca se sabe bem quantos são os milhões.


O Correio da Manhã, por sua vez, fala que os 200 milhões são para VRSA e Monte Gordo ?!

14.03.2016  10:32

Edifícios históricos vão dar lugar a hotéis

Imóveis estão localizados na Baixa Pombalina.

Por Rui Pando Gomes

Já foram edifícios importantes da Baixa Pombalina de Vila Real de Santo António (VRSA) e podem vir a ser agora transformados em hotéis de charme para receber turistas. A Câmara de VRSA lançou, na semana passada, a hasta pública para o arrendamento e adaptação dos três edifícios históricos em unidades turísticas. A estratégia faz parte de um pacote de investimentos turísticos, que ronda os 200 milhões de euros, que será aplicada no concelho nos próximos anos.

Em 2010 eram 900 milhões: agora parece que são 12?


11 setembro 2017

SETEMBRO ELEITOTAL 11

Em 2009 a Câmara do Srº Luís Gomes cedeu o terreno nas traseiras do Tribunal, incluindo estacionamento e a Casa do Avô por 7.037,07 euros por 50 anos para a construção de uma unidade de cuidados continuados que seria uma coisa única.
O local não poderia ser pior para tal fim, junto a um mercado, reduzindo estacionamentos, destruindo zona ajardinada e em violação do PDM, alterando o que tinha sido prometido aos moradores que naquela zona ficaria uma avenida etc.
Os moradores mobilizaram-se  e meteram o caso em tribunal. Entretanto a empresa faliu e o terreno ficou em nome da empresa falida, e a câmara continua sem o terreno. Merece ler o que os jornais locais, sempre amigos, diziam.



09 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 10

Mais umas viagens à Argentina e a Cuba do admirador da Revolução Cubana e da "política na transformação dos povos"
Revolucionários de lingua e "democratas" dos negócios.




SETEMBRO ELEITORAL 9


VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO – A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António está a desenvolver parcerias com a região e cidade de Montevideu, Uruguai, ao nível da cultura, turismo, urbanismo e desenvolvimento estratégico. Para levar a cabo estas medidas, o presidente do município vila-realenese, Luís Gomes, foi recebido pela intendente de Montevideu, Ana Olivera, num encontro onde foram debatidos diversos memorandos de entendimento a levar a cabo nos próximos meses. Na ocasião, Luís Gomes, também presidente da Rede Ibero-Americana de Cidades Médias (RIACIM), desenvolveu um conjunto de reuniões com vista a potenciar esta rede que tem como âmbito territorial os países da Península Ibérica e da América Latina, a saber: Portugal, Espanha, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Na agenda de trabalhos esteve igualmente a troca de experiências relativas à economia do mar, tendo em consideração que Montevideu se encontra numa zona geográfica que se caracteriza como a rota principal de movimentação de cargas do Mercosul e possui o porto mais importante do país. Por outro lado, é a cidade latino-americana com a maior qualidade de vida e encontra-se entre as 30 mais seguras do mundo. «Tendo em consideração o potencial de desenvolvimento dos países latino-americanos, a RIACIM continua a sua aposta nos projetos coletivos que contribuam para o reforço da rede e para a construção de um modelo territorial que sirva de referência à implementação de políticas de desenvolvimento sustentável», afirma Luís Gomes.

 Comentário: mais uma viagem sem se saber quem pagou, e qual o resultado e benefício para o Conselho de VRSA?
O porto de VRSA é o que se vê, e políticas de desenvolvimento sustentável em VRSA não há, só de endividamento insustentável.

08 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 8

OBSERVAÇÃO: a Telhabel parece que é uma construtora com sede em Angola? Então foi investir no México e não em VRSA?
Pergunta: quem pagou a viagem?, quais os benefícios concretos que resultaram da visita para VRSA?

06 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 7

NOTA: SETE ANOS DEPOIS ONDE ESTÁ A "REVOLUÇÃO" JÁ ANUNCIADA EM 2016?

SETEMBRO ELEITORAL 6


Luís Gomes deixa a política e dedica-se à música


VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO
Atualizado em: 15/01/2017

                                                                                                        Luís Gomes, Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, eleito pelo PSD durante 3 mandatos, deixa a carreira politica no final deste mandato, para se dedicar à música.

Segundo revelações feitas à RTP o mesmo afirma que quer continuar a ser feliz e neste momento a musica é a sua felicidade.

Luís Gomes aprendeu música aos 8 anos de idade numa escola de música, aprendeu a tocar órgão, solfejo e também cantou na igreja.

Apaixonado pela música já no verão de 2016 foi notícia a gravação de um dueto em espanhol com o artista cubano Baby Lores e já gravou também em português.

O Lores incutiu-lhe este desafio já que cada vez que vinha cá, Luís Gomes assistia a alguns ensaios e assim percebeu-se a sua vocação artística.

Recentemente convidou a comunidade cigana a gravar o teledisco promocional.



Vai ainda dar continuidade ao doutoramento no Instituto Superior Técnico continuando com o lugar de assistente suspenso na Universidade do Algarve.

Afirma que a política não é profissão, mas sim uma missão.

NOTA: é pena por também neste aspecto não cumprir a promessa, afinal irá ser cantor, pertencer à Assembleia Municipal de Castro Marim (esperamos que não como presidente dela para bem dos castro-marinenses ), é o espírito de missão certamente.
Se por desgraça voltar a ganhar o PSD em VRSA corremos o risco de Luís Gomes continuar a presidir à SGU, ou seja, continuar como presidente camarário dado os poderes que transferiu para a SGU. Que pesadelo.

05 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 5


12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL

LEIAM E COMPAREM O QUE SE DISSE COM O QUE SE FEZ


Em cima foto artística do pavilhão, a seguir o custo anunciado da obra  que foi publicitada como uma sala polivalente, uma mais valia para VRSA e que seria também para congressos etc.
Afinal os seis milhões e trezentos e cinquenta mil euros que custou tal obra serviu até hoje, no fundamental, para o jantar do PSD de apresentação de Luís Gomes como candidato à autarquia em 5 de julho de 2013.
Caso jantassem num restaurante da cidade não gastavam seis milhões.




04 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 4


12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL



LEIAM E COMPAREM O QUE SE DISSE COM O QUE SE FEZ


A clínica que seria do que haveria de "melhor no Mundo", afinal uma extensão da de Faro, que seria uma mais valia até para o "continente europeu", recebeu o espaço, o estacionamento, e mais 110 a 120 mil euros ano. Bom negócio para o privado à custa do erário público. Não seria melhor dar esse apoio ao SNS?

03 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 3


12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL



LEIAM E COMPAREM O QUE SE DISSE COM O QUE SE FEZ









Isto foi dito ao JA em 2005 por Luís Gomes. Em 1 de Outubro de 2017, 12 anos depois, quando Luís Gomes sair de cena deixa o mesmo PDM que encontrou, de 1992 e que tinha terminado em 2002.

Afinal parece que ou não era "pão para a boca" ou então foi conveniente não mexer e ir ad hoc manipulando o PDM para negócios.

02 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 2

12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL



LEIAM E COMPAREM O QUE SE DISSE COM O QUE SE FEZ


01 setembro 2017

SETEMBRO ELEITORAL 1



12 ANOS PERDIDOS, FINANÇAS ARRUINADAS, FUTURO PROBLEMÁTICO EÍS A HERANÇA DO PSD/LUÍS GOMES/ CONCEIÇÃO CABRITA

UM MÊS ELEITORAL PARA RECORDAR, SEM MEMÓRIA DO PASSADO O PRESENTE CEGA E O FUTURO É UM NEVOEIRO. CONTRIBUTO AMA PARA A CAMPANHA LEITORAL



LEIAM E COMPAREM O QUE SE DISSE COM O QUE SE FEZ




21 julho 2017

PROVIDÊNCIA CAUTELAR CONTRA AUTARQUIA DE VRSA

Por o documento ser muito extenso publica-se só a finalidade da Providência Cautelar : impedir que se concretize a destruição de parte do complexo desportivo de VRSA e zona verde envolvente.



18 julho 2017

PELA TRANSPARÊNCIA NO MUNICÍPIO DE VRSA


A Democracia é vulnerável, está sempre a ser violada por interesses que não a suportam por ser um entrave à corrupção, ao negócio sem princípios nem escrúpulos.
A Democracia necessita para sua defesa e consolidação da firmeza e vigilância dos cidadãos. Estes têm o direito de exigir aos eleitos total transparência dos seus actos e acções, e não a atitude infelizmente corrente de eleitos que se julgam mandatados para fazerem o que bem entenderem e procuram ocultar dos cidadãos os actos que praticam.
Os órgãos da administração democrática do Estado devem ser firmes na fiscalização dos eleitos e em cooperação com o sistema jurídico e judicial obrigar a que os actos estejam de acordo com a legislação e a legalidade.
AMA



29 junho 2017

ENGENHARIA FINANCEIRA E CRIATIVA

Como uma dívida se transforma em investimento, dinheiro não há, é só papel.



21 junho 2017

AMA SOLIDÁRIA COM AS VÍTIMAS DOS INCÊNDIOS





AMA SOLIDARIZA-SE COM AS VÍTIMAS DOS INCÊNDIOS



O fogo continua a consumir o país e a causar mais vítimas e destruição. Se é verdade que as alterações climáticas provocadas pelo homem aumentam o risco de catástrofes mais uma razão para se intensificarem as medidas preventivas.

A paisagem diz muito sobre o homem e ela é o que o homem é. O ordenamento e ocupação do solo agrícola ou industrial, as habitações e as estradas e caminhos, tudo o que o homem constrói modela a paisagem e evita, reduz ou potencia as consequências das calamidades.

Em relação à chamada Floresta portuguesa, na maioria dos casos são matas e não floresta, temos de salientar o facto de 98% ser privada e só 2% ser pública ( a média europeia da floresta pública é muito superior à portuguesa, mais de 50%).

São 8,4 milhões de solos rústicos que pertencem a 2,9 milhões de proprietários de 11,6 milhões de parcelas. Estes números são duvidosos dado não haver um cadastro completo do território nacional, ignorando-se a quem pertence áreas significativas do mesmo.

Esta propriedade do solo fraccionada em pequenas parcelas, em que um número significativo delas não são cultivadas, tratadas ou limpas, são verdadeiras bombas de fogo à espera de explodir.

Não podemos esquecer nem ignorar a pobreza do interior, pequenos povoados e aldeias de pessoas idosas já sem força ou vontade de trabalhar e, sobretudo, sem meios para cuidar das matas ou pagar a quem delas cuidasse.

A propriedade é privada mas os desastres são despesas públicas. A integração das áreas sem dono deverão ser integradas no património público e não serem dadas às autarquias dado ser conhecido o seu apetite ganancioso para a especulação imobiliária.

A desertificação do interior é um facto, agravado com políticas desumanas em que só o deve/haver funciona, fechando escolas, postos de saúde, correios, acabando com carreiras de transportes públicos e por aí fora, forçando a expulsão da vida desses lugares. A redução dos habitantes leva ao abandono dos baldios, das actividades agrícolas e de pastorícia, da recolha de lenha, ao desaparecimento do gado que se alimentava dos campos e estes enchem-se de urzes, estevas, de tojos e outras plantas à espera do fósforo ou raio que as inflame.

Nas matas para além dos matos crescem novas espécies como acácias, mimosas e particularmente eucaliptos, reduzindo a humidade do ar e dos solos.

Sabe-se como funcionam os lobbies dos madeireiros e das celuloses, e até dos equipamentos dos bombeiros.

Tudo isto é conhecido há muitos anos, data de 1965 um relatório dos Princípios Básicos da Luta Contra Incêndios na Floresta Portuguesa, feita por entendidos na matéria que continua no fundamental actual.

Volta-se sempre ao mesmo: necessário definir uma política florestal, ordenar o território, limpeza e vigilância.

Mais recentemente (2006), foi elaborado um Plano de Defesa da Floresta contra Incêndios que ficou reduzido ao mínimo dado ser "demasiado ambicioso".

Na AR existem relatórios por publicar com anos de atraso.

Iluminados acabaram com os Guardas Florestais e os Guarda Rios, que tinham conhecimentos e provas dadas na vigilância e na prevenção, verdadeiros vigilantes da natureza numa altura em que era necessário aumentar o número. O resultado está à vista.

Foram integrados na GNR para serem mandados por militares que do assunto nada sabem.

Não se entende dado os avisos do IPMA sobre o agravamento do tempo e dos perigos que poderiam ocorrer que tudo ficasse na mesma, mantendo-se só para 1 de Julho a entrada em funcionamento da Fase Charlie, como se o clima respeitasse calendários. Imprevidência e irresponsabilidade.



Saliente-se que este ano, entre 1 de janeiro e 12 de Abril, já tinham ocorrido 2.900 incêndios (em 2016 foram 13.079 com 160 mil hectares ardidos).

Tudo já foi estudado e debatido, como devem ser os aceiros, quantos metros livres de vegetação devem ter as bermas das estradas, a quantos metros das habitações não podem existir vegetação arbórea etc. Quem fiscaliza?

A maioria das verbas vão para o combate ao fogo (90%). Que resta para a limpeza e a vigilância permanente?

Que verbas são destinadas para a formação de meteorologia de incêndios?

A Defesa Civil do Território funciona? Os concelhos têm operacionais os serviços de Protecção Civil?

O fogo ignora os limites concelhios pelo que se ignora se existem planos de defesa contra incêndios a nível regional?

Não deveriam os PDM precisar as áreas florestais implicando a vigilância e tratamento delas e os meios adequados para as defender?

Não fica evidente que a Regionalização faz falta para melhor se elaborar planos para toda a região com maior eficácia na coordenação dos meios existentes?

O debate que a tragédia de perdas de vidas e bens provocou não pode ficar assim, tem de ter desta vez consequências, o Estado tem de recuperar autoridade política e moral para concretizar o ordenamento do território e traçar objectivos para a floresta portuguesa.

Sobre a Mata Nacional das Dunas em tempo oportuno sobre ela falaremos, mas aguardamos o que irão propor as forças políticas concorrentes à autarquia.

AMA
21 DE JUNHO DE 2017





13 junho 2017

OCUPAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO (13/6/2017)








Será que tencionam colocar parquímetros para peões?


Os vila-realenses e os nossos visitantes estão a ser maltratados por este executivo com respeito à SUA LIBERDADE DE MOVIMENTAÇÃO E CIRCULAÇÃO EM CERTAS RUAS DO CONCELHO onde, por falta de fiscalização ou por conivência com os abusos, obrigam os transeuntes a andar em fila indiana ou a abrir alas para facilitar a passagem de crianças, carrinhos de bebé, deficientes, pessoas com dificuldades motoras, em cadeira de rodas ou andarilhos.

As ruas são públicas e os cidadãos devem poder andar livremente pelos passeios e não serem constrangidos pela ocupação desordenada como actualmente existe e se agrava em vários lugares do concelho

Tal situação aumenta o perigo de, em caso de alguma calamidade ou acidente como já se verificou, causar sérios prejuízos (ver fotografias tiradas recentemente e outras retiradas do blogue da AMA - organização que há muito denuncia estas situações).

Com este executivo, cujo respeito pelas leis e regulamentos há muito deixou de existir, nada se irá alterar. A sua permanência continuará a prolongar o pesadelo.                                     Está nas mãos dos vila-realenses acabar com o caos no espaço público, com os abusos verificados com a complacência e conivência da Câmara Municipal, proporcionando aos cidadãos prazer em viver e movimentar-se livremente dentro do concelho.

Não será com a continuação da entrega a privados dos parquímetros, das águas e resíduos sólidos, de construções que não respeitam o PDM nem as disposições legais, e de dívida sempre a aumentar que teremos um concelho melhor e ao serviço dos seus habitantes.

Poderíamos acrescentar dezenas de outras fotos que confirmam o que dizemos.








09 junho 2017

06 junho 2017

FOTOGRAFAR PODE SER PERIGOSO 6 de Junho 2017



"Os costumes da casa um dia vão à praça"  

(provérbio popular)

                                                                                                                                                                Na passada 5ª feira, dia 1 de Junho, pelas 11 horas, na Praça Marquês de Pombal, realizavam-se filmagens com pessoas que pareciam figurantes com a presença do duplo presidente da autarquia e da SGU, Srº Luís Gomes
Tal cena despertou a curiosidade de pessoas que se concentraram para assistir ao espectáculo, entre os quais o Srº Aníbal Martins que tirou uma fotografia do "evento".

O Srº Luís Gomes parece não ter apreciado o facto pelo que se dirigindo ao Srº Aníbal Martins acusou-o de o ter fotografado sem sua autorização. Admirado com a atitude  Aníbal Martins respondeu que se sentia assim tão melindrado apagava a foto.                    
Foi então que o Srº Luís Gomes exigiu que lhe entregasse a máquina e perante a recusa, de forma agressiva e violenta usou a força para se apoderar ilegalmente de um objecto que não lhe pertencia, dado não o conseguir tentou então inutilizar o aparelho carregando na objectiva que foi introduzida para o interior da máquina.

Desta bizarra cena podemos retirar algumas ilações. A primeira é que se por acaso na disputa pela posse da máquina de fotografar o Srº Aníbal Martins tem dado um empurrão e o Srº Presidente fosse ao chão ou algo pior seria o agressor a transformar-se em vítima filmada pelo grupo que estava a fazer as filmagens.                                                                                                                                   A segunda é de que a atitude do Srº Presidente talvez tenha sido motivado por o Srº Aníbal Martins ser conhecido como activista da AMA, a qual tem sido publica e verbalmente ofendida pelo Srº Presidente  pelo facto de andar há anos a denunciar e criticar a comprovada gestão ruinosa do autarca.
A terceira seria inimaginável pensar por exemplo ver o Srº Presidente da República ou qualquer outro alto responsável e figura pública do país a exigir que só o poderiam fotografar com sua autorização, o que seria inconstitucional e ilegal.

A quarta, e isso não sabemos, talvez o Srº Luís Gomes estivesse numa filmagem como cantor e tenha "direito de imagem" reservado ou considera que tem. Mas mesmo nesta qualidade seria ridículo ver qualquer cantor pimba a proibir que o fotografassem.
Aliás eram horas de serviço e não estando o Srº Presidente de baixa, de licença ou com o mandato suspenso as filmagens serão certamente para acto publicitário ou propagandístico, pago pelos contribuintes.
A quinta, e para não nos alongarmos neste episódio, e já que se fala de autorizações, a quem teria pedido autorização o Srº Luís Gomes para endividar a autarquia da forma como o fez?

Há situações que qualificam quem as provoca e actos que definem quem os pratica.

AMA

Mensagem de L.Rolla


Os 5 anões e as 2 Brancas de Neve
Em 26 e 27 de maio passados o G7 reuniu em Taormina (Itália). Os sete grandes, com duas mulheres (Merkell e May) encontraram-se mais um ano numa reunião mais uma vez inconclusiva, restando dela só as fotografias dos participantes com sorrisos extralarge, sem que fiquemos a saber de que riem eles…
Ficamos todas as vezes à espera que os 7 líderes mundiais nos deixem com respostas eficazes, à altura das circunstâncias, e cada vez a desilusão é evidente. 
Por outro lado é ilusório pensar que, por exemplo, em temas como o do comércio, possa alcançar-se algo positivo numa reunião que exclui a China.
A saída precipitada de Trump e da Merkell e a sequente saída dos EUA do acordo de Paris (sobre o clima) demonstram pelo menos uma coisa: que já não existe um projecto comum e solidário, que a Europa tem que tomar boa nota e tentar encontrar por si só, a força para enfrentar os desafios que tem à sua frente. Os EUA vão noutra direcção; foi isto que demonstrou a cimeira de Taormina. É um enorme problema, mas talvez seja um bem…

Luigi Rolla
(5.VI.2017)


A família completa: a Branca, a bruxa, o princês e o mais que se vê.